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Petrobras assina parceria com Serviço Geológico do Brasil e ANP para pesquisa

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A Petrobras assinou no última segunda-feira (16), termos de cooperação com o Serviço Geológico do Brasil e com a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) para financiamento a projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).

Entre os projetos está a construção da Rede SGB de PD&I com Rochas e Fluidos de Bacias Petrolíferas. Unidades nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste irão gerir a utilização do acervo de testemunhos de sondagem e amostras de rochas, que hoje se encontram sob a guarda da Petrobras. A rede será composta por três litotecas: no Rio de Janeiro, em Feira de Santana (BA) e Manaus (AM).

“Os projetos vão resgatar um acervo importante e contribuir para os investimentos futuros na exploração de petróleo e gás e no setor mineral. Temos que agregar valor a esse patrimônio”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

Outro projeto será o Centro de Referências em Geociências, que será instalado nas dependências do Museu de Ciências da Terra e reunirá laboratórios de geocronologia e isotopia de baixa e alta temperatura destinados a acelerar o conhecimento geológico do Brasil, em especial das bacias sedimentares, de forma a desenvolver os setores de óleo, gás e mineração.

“Essa parceria deve ser entendida como uma obra coletiva. Somente o aprofundamento de conhecimento é capaz de orientar boas práticas e boas tomadas de decisão. Estamos nos inserindo na cadeia de valor da indústria de óleo e gás, preparando, a partir de agora, a infraestrutura laboratorial como base para geração de novos crescimentos”, disse o diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil, Esteves Colnago.

A parceria também conta com a revitalização do Museu de Ciências da Terra, na Urca, no Rio de Janeiro, e seus laboratórios associados. As obras devem ser concluídas em 2022. O espaço, de 22 mil metros quadrados, foi parcialmente afetado por um incêndio em 1973. O museu possui um dos maiores acervos da América Latina de fósseis, rochas e meteoritos, além de vasta coleção bibliográfica e documental, com mapas, fotografias e equipamentos científicos.

“O Serviço Geológico do Brasil deve ser apoiado e assim contribuirá de forma relevante para o desenvolvimento do Brasil. A Petrobras considera a pesquisa geológica como prioritária. Sem pesquisa mineral, deixaríamos de aproveitar o enorme potencial que o nosso país tem, com capacidade para geração de riquezas”, comentou o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco.

O valor priorizado pela Petrobras para aporte neste projeto seguiu as regras da Cláusula de PD&I da ANP, que consta de contratos de exploração e produção de petróleo e gás. A cláusula determina que campos com grande produção devem ter um percentual de sua receita bruta investido em pesquisa, desenvolvimento e inovação (1% para contratos de concessão e 0,5% para cessão onerosa).