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Descomissionamento de plataformas da Petrobras prevê US$ 6 bilhões até 2024


A Petrobras informou, segundo seu diretor de Exploração e Produção, Carlos Alberto Pereira de Oliveira, que a previsão para os custos com descomissionamento até 2024 chegue a US$ 6 bilhões. Serão 18 plataformas offshore, dutos submarinos e poços.

De acordo com o diretor, em evento para investidores nos Estados Unidos, a companhia desprenderá tal valor alternando em ativos que precisam ser descomissionados e para dar destino apropriado a cada um deles.

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No prazo informado, a Petrobras pretende descontinuar sete unidades semissubmersíveis, seis unidades fixas e cinco FPSOs (Floating Production Storage and Offloading).

Em 2020, a estatal pretende descomissionar sete plataformas: P-07, P-12, P-15, FPSO Piranema e Cação 1,2 e 3. Já em 2021, ano com o maior valor a ser gasto pela empresa, cerca de US$ 2,3 bilhões, as unidades serão: P-26, P-32, P-33 e P-37.

Entretando, no ano de 2022, será a vez do FPSO Capixaba, 2023 o Oeste de Ubarana e 2024, serão cinco unidades: plataformas P-18, P-19, P-20, P-35 e Biquara.

A Bacia de Campos é onde estão a maioria das plataformas, onde a revitalização de poços vem ocorrendo, em especial o Campo de Marlim. Neste campo, o afretamente de novos FPSOs já é previsto.

Se tratando de outras regiões do Brasil, além da região Sudeste e da Bacia de Campos, o Nordeste possui diversas plataformas fixas, que já estão no radar do descomissionamento.