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Navio que partiu da Espanha é o mais novo suspeito de vazamento de óleo na costa brasileira

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Praias do Nordeste e vida marinha da região estão sendo degradadas devido ao vazamento de óleo na costa brasileira.

Navio  demostra comportamento contestável, no período em que supostamente ocorreu o vazamento de óleo na costa brasileira. Óleo esse, que está poluindo as praias do Nordeste e com isso deixando um rastro de destruição,  um prejuízo incalculável a vida marinha na região. Bolsonaro quer saber se derramamento de óleo nas praias do Nordeste seria para atrapalhar mega leilão

Esse tipo de situação nunca aconteceu no Brasil, os primeiros registros do derrame de óleo na costa Brasileira ocorreram no final do mês de agosto, foi um derrame de petróleo cru, que atingiu mais de 2 mil quilômetros do litoral das regiões Nordeste e Sudeste do Brasil. Não se sabe a quantidade de óleo derramado que poderá ainda atingir nosso litoral, por se tratar de um tipo de óleo não perceptível pelo radar ou satélite.

O autor da Skytruth, uma organização sem fins lucrativos, baseada nos Estados Unidos, publicou na internet na sexta-feira (15) um artigo escrito por Bjorn Bergman, onde ele afirma ter encontrado alguns exemplos de embarcações que se comportaram de maneira duvidosa nos últimos meses, como por exemplo, parando em alto-mar sem necessidade e desligando  o sistema de rastreamento quando em águas brasileiras.

Um Navio de bandeira das Ilhas Marshall, que partiu da Espanha com destino à Argentina , o The Amigo, chamou a atenção de Bergman pelo fato do mesmo ter parado em alto-mar por mais de 14 horas  em duas ocasiões, entre os dias 24 e 26 de julho, a 200 milhas náuticas do litoral brasileiro, ou seja, dentro da Zona Econômica Exclusiva do Brasil,  ele afirma ainda que alguns  desses navios aparentavam estar despejando restos de óleo no mar, um produto conhecido como bilge water, ou “água suja” do porão. Segundo o autor do artigo, paradas tão longas são suspeitas porque representam um custo muito alto para a logística do transporte marítimo.

Segundo levantamento da Marinha, 140 navios petroleiros navegaram pela região na data estimada do derramamento de óleo, mas o ministro da defesa chegou a declarar que o caso poderia vir a ser de crime ambiental, pois o navio responsável pelo vazamento  não havia notificado o ocorrido. Caso esse, que já estaria sendo investigado pela Marinha junto a outros órgãos.

De acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), foram recolhidos quase 4 mil toneladas de resíduos de óleo das  praias, uma situação realmente lastimável.