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Refinarias da Petrobras despertam interesse da Ultra e da Raízen

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O programa de desinvestimentos da Petrobras que prevê a venda de suas refinarias continua chamando a atenção de grandes grupos que já atuam no país, assim como de conglomerados estrangeiros. No final de agosto, o Click Petróleo e Gás informou que as maiores petroleiras do mundo estavam atraídas pelas 8 refinarias da Petrobras.

Gigantes do mercado de distribuição de combustíveis, como a Ultra, dono da Ipiranga e a Raízen, joint venture entre Cosan e Shell, devem fazer propostas, juntamente com os grupos estrangeiros, suíça Vitol e anglo-suíça Glencore.

A Petrobras já recebeu pedidos de detalhes sobre o formato de venda do negócio para fazer proposta para a compra das primeiras quatro refinarias de Pernambuco (Abreu e Lima), Bahia (Landulpho Alves), Paraná (Repar) e Rio Grande do Sul (Refap).

Segundo o presidente da estatal, Roberto Castello Branco, o prazo para entrega das propostas foi prorrogado devido ao alto interesse nos ativos.

O processo


Serão mais de 20 empresas disputando essas quatro unidades, entre os grupos estrangeiros, podemos destacar dois grupos chineses (Petro China e Sinopec) e dois americanos (Valero e CVR Energy), além dos fundos Mubadala, de Abu Dabi, e a trading Trafigura, da Holanda.

O processo de venda das refinarias é complicado devido ao cuidado para que não se formem monopólios privados, portanto a Petrobras não deve vender refinarias de uma mesma região para um mesmo grupo e serão licitados também gasodutos, oleodutos e terminais.

Em abril a Petrobras decidiu por colocar oito de suas 13 refinarias em seu programa de desinvestimentos, o que faria a estatal deixar de ser responsável por metade de sua capacidade de refino, que é de 2,2 milhões de barris diários e focar em sua atividade mestra que é a exploração e Produção de petróleo.

A venda das refinarias deve render aos cofres da petroleira cerca de 2,2 milhões de barris diários, com estimativa para estar concluído em 2021.