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Petrobras conduz operação 'de guerra' para recolher petróleo cru no Nordeste

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Em uma espécie de operação de guerra, a Petrobras já recolheu mais de 200 toneladas de resíduos de óleo nas praias do Nordeste.

Em pouco mais de um mês, mais de 50 empregados da estatal se juntaram a 1.700 agentes ambientais para tentar minimizar um dos maiores impactos ambientais deste ano no país.

Ao todo, 14 centros da estatal distribuídos por várias regiões do país foram acionados emergencialmente para lidar com a crise.

O aparecimento de petróleo no litoral do Nordeste começou a ser detectado no início de setembro. Até agora, pouco se sabe sobre o que teria motivado o vazamento em alto-mar.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, em evento na semana passada no Rio, a principal linha de investigação do governo aponta para um vazamento de um navio que transportava óleo com características semelhantes ao produzido na Venezuela.  Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro disse que o vazamento pode ter sido causado por naufrágio.

Segundo a estatal, foram acionados cinco Centros de Defesa Ambiental (CDA) e nove Centros de Resposta a Emergência. Os CDAs são instalações da Petrobras distribuídos estrategicamente em diversas regiões do país, de modo a complementar os recursos de resposta a emergências de vazamento de óleo das unidades operacionais da companhia.

Além dos CDAs, cada unidade possui equipamentos e recursos para resposta imediata nos seus Centros de Resposta a Emergência. Essa estrutura garante os tempos, os recursos e capacidade de resposta das instalações sob gestão da companhia.