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Eneva recebe licença para construção de terminal Azulão-Jaguatirica orçado em R$ 1,8 bilhão

Resultado de imagem para campo de Azulão, na Bacia do Amazonas.

A Eneva recebeu do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) para a construção da unidade de tratamento de gás natural e o terminal de liquefação que serão no campo de Azulão, na Bacia do Amazonas. Com a autorização recebida nesta última terça-feira (17), todo o projeto Azulão-Jaguatirica – orçado em R$ 1,8 bilhão – está licenciado.
A empresa já havia recebido conforme publicou o EPBR sua licença para a perfuração dos poços e para a construção da termelétrica Jaguatirica II (“UTE Jaguatirica II”), de 132,3 MW de capacidade instalada, a ser construída em Boa Vista, Roraima.
O gás natural do campo de Azulão será liquefeito e transportado por carretas para Boa Vista, capital de Roraima, onde será instalada a UTE Jaguatirica II. Ao todo, o projeto previsão de investimento é de R$ 1,8 bilhão. De acordo com dados do leilão, a UTE deve demandar R$ 425 milhões.
Atualmente, não há produção de gás na Bacia do Amazonas, apenas na vizinha Solimões, onde a Petrobras opera os campos de Urucu, conectados a Manaus por gasoduto.
A construção da UTE foi contratada com a Techint, em contrato de engenharia, construção e montagem (full EPC). Os equipamentos críticos da ilha de potência da UTE serão fornecidos pela Siemens.
A construção da planta de GNL, tancagem e regaseificação será coordenada pela Eneva, e os equipamentos serão fornecidos pela Galileo Technologies. Para o desenvolvimento de Azulão, a Eneva utilizará os fornecedores com as quais já trabalha na Bacia do Parnaíba.
Com o resultado do leilão, a Eneva expande o modelo reservoir-to-wire (R2W) para mais uma bacia sedimentar e atinge capacidade contratada total de 2,7 GW, com garantia de faturamento bruto anual mínimo de R$2,7 bilhões.