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Projeto de ampliação da CSN pode gerar mais de 1,3 mil empregos


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A CSN Mineração promoveu ontem (1º), Audiência Pública para apresentação do Projeto Itabirito/Casa de Pedra – P10 Mta na qual pretende instalar em Congonhas, visando a ampliação da extração do minério de ferro. O encontro no Ginásio Poliesportivo José Juracéelio de Santana, no bairro Nova Cidade.

De acordo com a mineradora, a Audiência Pública teve o objetivo de oferecer detalhes da nova planta de beneficiamento e apresentar a população o relatório de impacto ambiental. Também have espaço para esclarecimento de dúvidas e recolher opiniões, críticas e sugestões da população.

Expansão

O projeto de ampliação da extração de minério de ferro, por meio da Planta de Itabirito, ficará dentro do complexo industrial da empresa. Por ano, serão gerados 10 milhões de toneladas do recurso, rendendo R$ 280 milhões em impostos nas esferas municipal, estadual e federal. Além disso, durante a fase de implantação, serão gerados cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos.

Planta de Itabirito


Em 2018, a CSN teve uma produção de R$ 30 milhões de toneladas. A Planta de Itabirito faz parte de um projeto de ampliação da extração do minério, produzindo 10 milhões de toneladas de Pellet feed por ano, sendo que os rejeitos serão dispostos à seco. O empreendimento ocupará uma área de 862 mil m².  A intenção é que a planta esteja em funcionamento em 2022. Atualmente, o projeto está na fase de licenciamento ambiental. Em seguida, serão as etapas de desenvolvimento de engenharia básica, contratação de equipamentos e obras, implantação e início das operações.

O gerente geral de Sustentabilidade da CSN, Eduardo Sanches, explicou que “Itabirito” é o nome da rocha onde será extraída a hematita. Segundo ele, esse projeto está ancorado em três alicerces. “Ele vai permitir uma flexibilização para a empresa para que ela consiga aumentar sua capacidade produtiva. Manter sua capacidade atual. E a questão sustentável… é uma planta que nasce sem a disposição de rejeitos em barragem. Vamos dispor o empilhamento à seco”, disse, destacando, ainda, que, a partir de janeiro de 2020, a CSN não vai mais dispor os rejeitos em barragem.