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Com R$ 1,32 bilhão para ampliar a CSN, obra deve contratar 1.300 funcionários

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Um investimento de R$ 1,32 bilhão, por parte da CSN Mineração S.A, está previsto para Congonhas, de acordo com os dados do Relatório de Impacto Ambiental (Rima). O documento é parte do processo de licenciamento ambiental do “Projeto Planta de Itabirito 10 Mtpa” da mineradora.

O empreendimento foi projetado pela empresa para ser implantado na Mina Casa de Pedra e “irá dinamizar a economia a partir do aumento da oferta de empregos – pico de 1.300 funcionários na fase de implantação e 402 funcionários na fase de operação”, conforme pontua no Rima.

Ainda segundo os dados do relatório, o projeto visa à implantação de uma planta de beneficiamento de itabiritos pobres, com capacidade de produção anual de 10 milhões de toneladas de pellet feed – um tipo fino de minério que possui granulometria menor que 0,15 mm e, para ser utilizado em siderurgia, deve passar por processo de pelotização.

O relatório ainda contém “os resultados do estudo dos potenciais impactos ambientais relativos ao ‘Projeto Planta de Itabirito 10 Mtpa’, estabelecendo medidas para evitar, minimizar, mitigar ou compensar os efeitos ambientais negativos do projeto – e potencializar seus benefícios sociais ou ambientais”. A implantação da nova planta deve durar 20 meses.

Está marcada para a quinta-feira, dia 1º de agosto, no Ginásio Poliesportivo Nova Cidade, uma audiência pública que vai discutir o projeto. O encontro, que segundo a mineradora é para que a comunidade conheça o projeto, dê opinião e esclareça dúvidas, será às 18h30. Saiba mais sobre audiência na página B2.

A CSN Mineração S.A. é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil e está entre as cinco mais competitivas no mercado transoceânico. Com reservas certificadas em mais de 3 bilhões de toneladas, de acordo com Joint Ore Reserves Committee (JORC), a empresa detém as minas de Casa de Pedra e do Engenho, o complexo de beneficiamento do Pires, participação na ferrovia MRS e terminal cativo para exportação de minério de ferro no Porto de Itaguaí (TECAR).

A operação integrada e os seus ativos de alto valor permitem que a CSN Mineração seja uma das empresas mais eficientes no setor, com um posicionamento de destaque em custo e qualidade. Consolidada em 2015 a partir da fusão dos ativos de mineração da CSN e Namisa, a companhia está dividida entre a CSN (87,52%) e consórcio composto por grandes siderúrgicas asiáticas (12,48%).