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Centro de Supercomputadores na Bahia ajuda na produção eólica, petróleo e gás

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O Centro de Supercomputadores da Bahia para Inovação Industrial do SENAI/Cimatec é o maior do país voltado exclusivamente para a indústria. São quatro máquinas de ponta que desenvolvem e testam tecnologias para várias empresas do Brasil.

Cada supercomputador equivale a 10 mil computadores pessoais. E criar toda estrutura exigiu um investimento de 20 milhões de dólares. O tempo útil de uma máquina dessas é de cinco anos.
O mais novo supercomputador tem capacidade para realizar 600 trilhões de operações por segundo. Com isso, outras máquinas vão surgindo. A previsão é de que os supercomputadores baianos possam entrar na era da tecnologia quântica, que usa nas pesquisas partículas menores que o átomo.

Os supercomputadores do estado vão ganhar um amigo mais imponente: um novo supercomputador está sendo montado e tem três vezes a capacidade dele. Ainda não há data sobre a inauguração do mais novo supercomputador.

Um prédio inteiro é usado só para gerar a energia que alimenta as máquinas. Para montar os parques eólicos baianos, por exemplo, foi preciso medir a força e a velocidade dos ventos e isso foi feito em um supercomputador.

Já para atuar na indústria de extração de petróleo e gás, um mini-submarino com jeito de peixe foi feito aqui na Bahia. Ele só deve ficar pronto em 2020. Até lá serão feitos vários testes, que só são possíveis graças a estes supercomputadores.

Pela internet, do Rio de Janeiro, o geofísico Jorge Lopez, que trabalha na empresa dona do submarino, conta porque foi preciso usar alta tecnologia nesses testes.

Esses computadores são usados para simular o que acontece na atividade de campo e isso não pode ser feito por computadores comuns.

Na saúde

Na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – instituição de ciência e tecnologia em saúde da América Latina - aqui na Bahia, só um supercomputador consegue reunir e cruzar informações de 114 milhões de brasileiros desde 2001. Nenhum centro de pesquisa de saúde trabalha com um banco de dados tão grande.

A previsão da fundação é que este ano sejam divulgados os primeiros resultados desse trabalho, reunindo informações sobre a hanseníase.

A vice-coordenadora do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs), Maria Yuri Travassos, conta que os supercomputadores são de grande importância para mais detalhes sobre as características das pessoas com hanseníase. Conforme conta, na Bahia a hanseníase ocorre entre as pessoas de cor parda e negra, mais pobres e com baixa renda.