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Programa Novo Mercado de Gás cria condições para retomada do crescimento da indústria química

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Fim dos monopólios cria ferramentas para o setor ter matéria-prima e energia mais competitivas, o que possibilitará à indústria nacional concorrer com fábricas internacionais

Os pilares do Programa Novo Mercado de Gás apresentados pelo Governo Federal, no dia 23 de julho, geram perspectivas de um novo ambiente de negócios para a indústria química, segundo a Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim.

Para a Abiquim, os pilares do programa – promoção da concorrência, harmonização das regulações estaduais e Federal, integração do setor de gás com setores elétrico e industrial e remoção de barreiras tributárias – devem gerar como benefícios um mercado mais disputado e com transparência para os consumidores do Gás Natural.

O programa cria um cenário que permitirá às empresas brasileiras reduzirem sua capacidade ociosa, atualmente em 33%, e ao mesmo tempo o Brasil passará a ser mais atrativo para receber novos investimentos no setor químico, ao criar condições para o setor ter acesso a matéria-prima e energia a um preço competitivo com o praticado nos outros países.

Segundo a Abiquim, os instrumentos desenvolvidos pelo Programa Novo Mercado de Gás irão gerar até 2023 um mercado mais competitivo na produção, transporte e distribuição do gás natural. O desenvolvimento de um mercado livre de gás com independência, a desverticalização do transporte, abertura do mercado e transparências nos valores cobrados pela molécula e pelo transporte são pleitos antigos de diversos segmentos industriais.

“Há anos ressaltamos que o Brasil é rico em gás, que seremos um dos cinco maiores produtores mundiais deste insumo e que ele pode promover para a indústria química brasileira a revolução que o shale gas gerou na indústria química americana”, relembra o presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo.

Apesar de ainda não ser possível saber qual será o preço final do insumo no País, as condições foram criadas para que o consumidor industrial e doméstico tenham acesso ao gás com preços mais competitivos. “O principal é que poderemos gerar riquezas e competir com os fabricantes internacionais com produtos de maior valor agregado, que usam o gás natural como matéria-prima, aumentando a arrecadação de impostos e empregos de qualidade no Brasil”, comemora Figueiredo.