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Engecampo vai fazer obra na refinaria Rnest e gerar 400 empregos

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Uma boa notícia, no fim deste mês de junho, encheu de otimismo os habitantes do município de Ipojuca na região metropolitana de Recife em Pernambuco. A refinaria da Petrobras Rnest, devagar, está tendo suas obras retomadas.

Apesar de estar na lista das refinarias que a Petrobras pretende vender, a empresa Engecampo assinou contrato com a estatal para a a conclusão da construção de um duto que ligará a refinaria ao Porto de Suape.

No momento a Engecampo está em fase de montagem de seu canteiro de obras, atividade que ainda deve durar 40 dias. Segundo o Diretor de Desenvolvimento econômico do município de Ipojuca, Gustavo Veiga, “Não sabemos a ordem do investimento, mas a expectativa é de que sejam gerados cerca de 400 empregos”.

A Petrobras confirmou o contrato com a Engecampo para a conclusão da unidade de redução de emissões atmosféricas (SNOX) do trem 1 da refinaria Abreu e Lima e declarou ainda, em nota, que o cronograma da nova fase das obras continua em andamento.

A nota complementou ainda que as obras da Engecampo começaram este mês de junho e deverão estar concluídas até o segundo semestre do anoque vem.

Vale lembrar que a Rnest, de Ipojuca, entrou em operação em 2014 com parte de sua capacidade total que é de 230 mil barris por dia e foi a primeira refinaria construída pela Petrobras depois de 34 anos sem este tipo de construção.

Hoje a Rnest está autorizada a refinar 115 mil barris por dia, pois somente o trem 1 foi construído. A conclusão da Unidade SNOX é importante, pois sem ela, a Agência estadual de Meio Ambiente e recursos Hídricos (CPRH) só autorizou a Petrobras a processar 100 mil barris por dia.

Priorização de mão de obra local

O Coordenador Administrativo da Engecampo, Ivan Lopes de Souza, se reuniu com a prefeita de Ipojuca, Célia Sales, e disse que priorizará o atendimento das vagas aos ipojucanos.

As primeiras vagas ofertadas serão para Soldadores, Ajudantes de Soldadores, Carpinteiros, engenheiros e mecânico montador e segundo o presidente do sindicato dos trabalhadores das indústrias de Construção de estradas, pavimentação e obras de terraplanagem no estado de Pernanbuco (Sintepav-Pe), Aldo Amaral, a retomada das obras já vai causar um impacto positivo no município que tem hoje 25 mil desempregados desde a paralisação das obras da refinaria.