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Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos é lançado


Resultado de um acordo de cooperação técnica, o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR) consolidará dados nacionais para auxiliar a viabilização de projetos e leis da área

O Ministério do Meio Ambiente e a Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (ABETRE) lançaram hoje o SINIR. A plataforma é fruto de um Acordo de Cooperação Técnica celebrado em janeiro deste ano pelas duas instituições.

Considerada a mais importante plataforma para reunir os dados da área pública e privada sobre a gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, o SINIR representa um eficaz instrumento para o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei 12.305/10.

"Pelas dimensões e características do Brasil, era de suma importância termos um sistema integrado de informação", salienta Luiz Gonzaga, presidente da ABETRE. "O SINIR terá essa finalidade e irá tornar-se um importante aliado para o aprimoramento dos processos de gestão de resíduos e logística reversa", explica.

A proposta é aumentar a transparência no setor e permitir que cidadãos e governantes possam monitorar, fiscalizar e analisar a eficiência dos processos, inclusive os de licenciamento ambiental. Módulos adicionais serão incrementados até setembro e dezembro deste ano.

O Sistema Nacional de Informações sobre Meio Ambiente (SINIMA) e o Sistema Nacional de Informações Sobre saneamento Básico (SINISA), atual SNIS, contribuirão para a evolução da concepção da base do SINIR. Estados e municípios também enviarão informações sobre os seus resíduos, com o intervalo de um ano, para enriquecer o banco de dados da ferramenta.

O SINIR também contribuirá para o fim dos lixões, um mal que aflige o Brasil. "Não podemos esperar mais para erradicá-los, cumprindo o que determina a PNRS. Tendo uma base confiável de dados, fica mais fácil criarmos as estruturas para a implementação dos cerca de 500 aterros sanitários necessários para resolver a questão", enfatiza Gonzaga.