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Automação na indústria de óleo e gás impulsiona competitividade


O gerente geral de Transformação Digital da Petrobras, Augusto Borella, participou na última semana do painel de abertura do Rio Automação 2019, quando defendeu a digitalização da indústria brasileira de óleo e gás como fator de competitividade frente a outros produtores mundiais. O evento foi organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP).

“A competição hoje não é mais entre operadores e, sim, entre as bacias. Os operadores que atuam nas bacias brasileiras terão de inovar para serem competitivos. Se “o dado é o novo óleo”, não tenho dúvidas de que vamos ser capazes de transformar digitalmente a nossa indústria e trazer competitividade para nossa produção”, previu Borella.

Para o gerente, qualquer mudança de modelo de negócio precisa gerar valor, mas também aumentar a segurança. “A automação afasta pessoas do cenário de risco. E gera valor para a sociedade se conseguir trazer óleo para o menor custo possível”.

Borella falou também do horizonte de oportunidades que se abrem para toda a indústria com a digitalização de seus processos. “De acordo com os dados do Fórum Econômico Mundial, a transformação digital pode fazer com que a indústria de óleo e gás gere 4,2 trilhões de dólares até 2025, sendo que parte dessa renda pode ser capturada pelas empresas”.

O Rio Automação 2019 reuniu nos dias 28 e 29 de maio, no hotel Windsor Oceânico, na Barra da Tijuca (RJ), diversos  especialistas da área de instrumentação e automação para uma série de painéis e sessões técnicas. Participaram também  da sessão de abertura do evento o presidente do Congresso Rio Automação, Paulo Dias, o CEO da Siemens Brasil, André Clark, e o líder do Comitê de Transformação Digital no IBP, Daniel Carocha.