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Petrobras recebe aval do Ibama para produzir com a plataforma P-77

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A Petrobras recebeu a licença de operação do Ibama liberando a produção no navio-plataforma P-77, que está instalado no campo de Búzios, área da cessão onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos. A licença é válida até março de 2023. A empresa tem por prática colocar as unidades em operação horas após o recebimento da autorização do órgão ambiental. 

O navio-plataforma deve ser o terceiro a entrar em operação no pré-sal da Bacia de Santos em 2019. Tem capacidade para produzir até 150 mil barris por dia de petróleo e comprimir 6 milhões de m3 por dia de gás natural. A unidade foi integrada na China depois depois de problemas nas obras no Brasil. 

A plataforma P-67 foi a primeira do ano e começou a produzir em 1o de fevereiro na área de Lula Norte. Com capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de óleo e comprimir até 6 milhões de m³ por dia de gás natural, foi a nona unidade instalada na área de Lula. A unidade estava inicialmente prevista para começar a produzir em 2018 e enfrentou atrasos para produzir o primeiro óleo. 

Vinte dias depois, a Petrobras iniciou a produção da plataforma P-76, terceira plataforma a entrar em produção no campo de Búzios. A P-76 foi integrada pela Techint E&C na sua unidade especializada em offshore, em Pontal do Paraná. A plataforma tem capacidade para produzir 150 mil barris por dia de petróleo e comprimir 7 milhões de m³ por dia de gás natural. No Pontal do Paraná, a Techint E&C construiu 15 dos 20 módulos do topside da unidade. 

O planeamento da área de E&P da Petrobras ainda prevê a entrada em operação da plataforma P-68 em 2019. A unidade está fazendo integração no Estaleiro Jurong, em Aracruz (ES), e tera capacidade de processamento diário de 150 mil barris de óleo e de 6 milhões de m3 de gás natural, além de poder estocar até 1,6 milhão de barris de óleo. O navio-plataforma será instalado em profundidade d´água de 2,2 mil metros. O Jurong, que já içou todos os módulos para a plataforma, será responsável pelo “carry over” da plataforma.