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Odebrecht, Camargo e Queiroz investem em recursos em briga por nova obra do metrô de Salvador

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As construtoras Odebrecht e Camargo Corrêa apresentaram recursos administrativos questionando a habilitação da empreiteira Queiroz Galvão no contrato para realizar as obras de extensão da linha um do metrô de Salvador.

A Queiroz, atual vencedora da concorrência, não foi a primeira colocada na licitação, mas faturou o contrato após a desclassificação da Camargo Corrêa. Desde então, a disputa pelo contrato milionário virou uma batalha entre as empreiteiras, que apresentaram diversos recursos apontando possíveis irregularidades das concorrentes.

A nova obra, lançada no final de 2018 pelo governo do estado, prevê uma ligação de cerca de cinco quilômetros até a região de Águas Claras, na capital baiana. O orçamento inicial foi estimado em R$ 786,9 milhões. A Queiroz Galvão ofertou R$ 429,9 milhões e a desclassificada Camargo Corrêa apresentou proposta de R$ 424,6 milhões, menor preço para a execução das obras. Enquanto a Odebrecht, que acabou como a quarta colocada, propôs R$ 551,36 milhões.

Contatada pela Folha de S. Paulo, a Camargo Corrêa informou que a inabilitação foi fruto de um equívoco, e que já entrou com uma representação junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) solicitando a suspensão provisória da licitação até que sua situação seja analisada.