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MPF pede prisão preventiva de investigados em suposto esquema na Transpetro

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O Ministério Público Federal (MPF) pediu nesta última segunda-feira (4) à Justiça do Paraná a prisão preventiva de Wilson Quintella Filho, Mauro de Morais e Antônio Kanji, presos na 59ª fase da Lava Jato.

Eles estão em prisão temporária, cujo prazo é de 5 dias prorrogáveis por mais 5. A prisão preventiva não tem prazo definido.

O blog tentava localizar a defesa dos três até a última atualização deste texto.

No documento, o MPF alega que não conseguiu reunir a totalidade de documentos, mídias e demais elementos durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça.

Os procuradores afirmam que, com o material coletado, já é possível afirmar a necessidade da conversão das prisões temporárias – concedidas pelo prazo de 5 dias – em prisões preventivas.

"Embora prejudicada a análise detida dos elementos probatórios arrecadados quando da realização de busca e apreensão, foi possível, desde já, avaliar a existência de novos elementos que demonstram a imprescindibilidade da conversão das prisões temporárias de Wilson Quintella Filho, Mauro de Morais e Antonio Kanji Hoshikawa em prisões preventivas, para garantia da ordem pública, a fim de interromper a prática delitiva habitual, bem como para que reste assegurada a instrução criminal e a aplicação da lei penal", afirmam os procuradores.

O MPF apresenta novos elementos que confirmam a participação dos três investigados no esquema de corrupção envolvendo empresas do Grupo Estre e a Transpetro.

As investigações apuram o suposto pagamento de propinas em contratos realizados para tratamento de resíduos, manutenção de dutos e para a construção de um estaleiro para produzir embarcações para transportar etanol no Rio Tietê.