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Empresa no Brasil planeja encomendar mais um navio FPSO

FPSO Fast4Ward SBM oFFSHORE

Este será na verdade o terceiro pedido da SBM Offshore para unidades da série Fast4Ward, baseado no aumento da confiança no mercado

A SBM Offshore, maior fornecedora de FPSOs do mundo, está pronta para aumentar sua frota, já que planeja encomendar outro casco de FPSO Fast4Ward em breve. O Fast4Ward é o programa da empresa que visa padronizar o processo de construção e entrega do FPSO, reduzindo assim os custos e acelerando o prazo para o mercado em até 12 meses.

A empresa já encomendou duas unidades com o estaleiro SWS da China. O primeiro casco foi encomendado em 2017 e o segundo em novembro de 2018, tanto por especulação quanto sem contrato firme no momento do pedido, sinalizando perspectivas positivas do setor. A primeira unidade deve ser implantada no projeto Liza 2, da Exxon, na Guiana, sujeito à decisão final de investimento da Exxon.

Agora, a SBM Offshore está pensando em encomendar um terceiro casco Fast4Ward, baseado no aumento da confiança no mercado.

Em um comunicado nesta quinta-feira (14) a SBM Offshore disse que, devido à demanda antecipada, avançou nas negociações para iniciar o trabalho em seu terceiro casco multiuso.

“Essas negociações devem ser encerradas no primeiro trimestre de 2019”, disse a SBM Offshore.

O CEO da SBM Offshore, Bruno Chabas, disse: “Nosso conceito Fast4WardTM está sendo reconhecido por nossos clientes. A ordem planejada de um terceiro casco Fast4WardTM reflete nossa confiança na recuperação do mercado e em nosso modelo de negócios. Com as perspectivas de aumento da demanda, o nível de oportunidade e potencial que vemos para as nossas soluções parece promissor ”.

Período de Hibernação no Brasil

A SBM Offshore disse em novembro de 2018 que, apesar de o Brasil ser seu principal mercado, com várias oportunidades sendo ativamente perseguidas, o tempo de espera para oportunidades de atividades de construção, combinado com a incerteza quanto à evolução dos regulamentos de conteúdo local, levou à decisão de manter o Brasa sem atividades por pelo menos dois anos.