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Dois consórcios aparecem como favoritos para vencer a licitação das quatro corvetas da Marinha do Brasil

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No mês de março a  Marinha do Brasil vai anunciar o resultado da licitação para escolha do consórcio que será responsável pela construção das quatro novas corvetas do Projeto Tamandaré. Enquanto ficam na expectativa, pelo menos dois consórcios se apressaram em reunir empresas nacionais para apresentar seus projetos e propor parceria, já que a exigência de 40 % de conteúdo nacional será bastante significativa e terá muito impacto.

O consórcio liderado pela italiana Ficantieri e o  sueco, liderado pela Saab, parecem reunir as melhores condições até agora.  Pelo menos melhor estruturados. A Ficantieri participou do projeto e a Saab é parceira do Brasil em equipamentos para o Exército e foi quem conseguiu vender os caças Gripen para a Força Aérea Brasileira. A Marinha espera investir no projeto até US$ 1,6 bilhão (cerca de R$ 6,2 bilhões)

As negociações finais que culminarão com a escolha da melhor oferta. Segundo as autoridades da Marinha.  As novas Corvetas são de alta complexidade tecnológica, versáteis e de elevado poder de combate. Suas missões serão combater as ameaças ao território nacional, garantir a proteção do tráfego marítimo, controlar as áreas. Também poderão realizar missões de defesa no projeto Amazônia Azul, que atua na proteção das águas da Amazônia e das fronteiras, além de combater a pesca ilegal e o FAFDADA tráfico de drogas.

Estão na disputa pela licitação para construção das corvetas brasileiras os seguintes consórcios: Águas Azuis, Damen Saab Tamandaré, FLV e Villegaignon. As entregas estão para ocorrer no período de 2022 a 2025. As Corvetas se distinguem das demais pela versatilidade, capacidade de detecção, mobilidade e autonomia para a patrulha de extensas áreas marítimas na defesa dos interesses econômicos nacionais. O objetivo da Marinha com o programa das corvetas é expandir e modernizar sua força naval, que hoje conta com duas corvetas da Classe Inhaúma e uma da Classe Barroso, que se encontram em plena operação. As corvetas existentes foram construídas no Brasil, bem como os futuros navios.