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Petrobras nega atraso para desativar plataforma que vazou no Rio

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O vazamento do tanque da plataforma Cidade Rio de Janeiro criou uma mancha de óleo no mar de pelo menos 38 km, por 20 metros de largura

Brasília – A Petrobras negou que tenha atrasado a entrega do plano de desativação de plataforma flutuante que, nesta semana, despejou 4,9 mil litros de óleo no mar do Rio de Janeiro, em decorrência de um acidente que ainda não teve a sua causa esclarecida. O vazamento do tanque da plataforma Cidade Rio de Janeiro criou uma mancha de óleo de pelo menos 38 km, por 20 metros de largura.

Reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo na sexta-feira, 4/1, revelou que a Petrobras entregou um plano de “descomissionamento” do navio-plataforma ao Ibama em junho de 2018. Uma segunda versão do plano foi entregue cinco meses, em dezembro.

Por meio de nota, a Petrobras informou que não houve atraso em sua proposta de desativação. “O plano de descomissionamento – termo técnico para desativação e remoção de uma plataforma de sua locação – foi apresentado ao Ibama em junho, tempestivamente, portanto, em relação ao pedido de descomissionamento” informou.

Segundo a petroleira, “pelo fato de o conjunto de regras que regem o processo, em termos ambientais, ainda estar em processo de construção no Brasil, uma série de discussões técnicas junto ao órgão ambiental foi desenvolvida. Para viabilizar a evolução das discussões, a Petrobras decidiu, então, revisar o plano apresentado inicialmente”.