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Chevron vende Frade para PetroRio e mira o pré-sal (Leia mais Notícias do Trecho)

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Chevron em Pasadena…

Chevron pode comprar a Refinaria de Pasadena, da Petrobras. Para Chevron,a lógica da aquisição seria processar o volume crescente de shale oil de suas operações no Texas. Petrobras confirmou que avalia o negócio. Reuters

…e saindo de Frade

Por aqui, a Chevron fechou a venda de sua participação de 51,74% em Frade para PetroRio, que vai assumir a operação do ativo na Bacia de Campos, com 70% do campo – ano passado, tinha comprado 18,26% da Frade Japão, uma das integrantes do consórcio. Petrobras tem 30%.

— O acordo entre PetroRio e Chevron inclui 50% do bloco CE-M-715, na Bacia do Ceará. A PetroRio está comprando as subsidiárias Chevron Brasil Upstream Frade Ltda e Chevron Frade LLC. Em nota, Chevron confirmou a operação e afirmou, basicamente, que o interesse noBrasil agora é pré-sal.


— Frade encolheu depois do vazamento de 2011. O sistema projetado para produzir até 100 mil barris/dia, virou um campo de cerca de 20 mil barris/dia. Há, contudo, um plano de desenvolvimento para o ativo e de renovação da concessão, processo que chegou a ser iniciado pela Chevron.

Roberto Castello Branco

Da Reuters:o presidente da Petrobras afirmou, em evento do Credit Suisse, que vender refinarias é bom para a Petrobras e para o mercado de combustíveis. “Nós vamos deixar de ser o endereço onde as pessoas batem na porta para reclamar de preço da gasolina, diesel”.

— O programa de desinvestimento da Petrobras vem esbarrando na Justiça, no Cade, mas Castello Branco acredita que dá para avançar. “Vamos ser rápidos, fazer vários dealse sinalizando que a Petrobras está no caminho certo, está no caminho da desalavancagem, da otimização do capital investido”.

— Castello Branco, afirma a Reuters, também sinalizou que a Petrobras pode vender sua participação na Braskem. Há uma negociação da Lyondellbasell para compra da parte da Odebrecht na empresa. Segundo o executivo, petroquímica não está nos planos futuros da Petrobras.

—Cessão onerosa:“tanto para a Petrobras como para o governo existe interesse de concluir essa negociação num período de tempo o mais curto possível, se for possível em 30, 60 dias”. Afirma controvérsias já foram pacificadas.

US$ 20 bilhões com privatizações

O secretário de Desestatização e Desinvestimentos, Salim Mattar, afirmou ontem que apenas Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal devem ser preservadas como empresas estatais “e bem magrinhas”. Mattar foi no mesmo evento que Castello Branco. A meta então é privatizar ou extinguir todas as outras estatais federais, levantar entre US$ 700 e US$ 800 bilhões, sendo US$ 20 bilhões este ano.

Biometano

Aguardadesignação de relator na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI)o projeto de lei que estabelece estímulos para a produção de biogás, biometano e energia elétrica a partir do aproveitamento de resíduos sólidos em aterros sanitários. De autoria do senador Hélio José (PROS/DF), o PLS 302/2018 será analisado também pela Comissão de Meio Ambiente (CMA) depois de passar pela CI.

Nomeações
Paulo Roberto Pacheco foi nomeado chefe da Assessoria Especial de Relações Internacionais do Ministério de Minas e Energia (MME). É o atual diretor do Departamento de
Imigração e Assuntos Jurídicos

— André Gustavo Mendes será diretor do Departamento de Fomento e Desenvolvimento da Infraestrutura da Secretaria de Fomento, Planejamento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura.

— Fernanda Costa de Oliveira será a subsecretária de Governança e Integridade da Secretaria-Executiva do Ministério da Infraestrutura.


Brumadinho

Após reunião com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, o presidente da Vale, Fabio Schvartsman, anunciou que vai interromper a operação e iniciar o processo de descomissionamento de dez barragens construídas em Minas Gerais com a mesma técnica que as estruturas que se romperam em Brumadinho e Mariana. Estima investimentos de R$ 5 bilhões ao longo de três anos.

— Vale tinha preocupações com a integridade de suas barragens de rejeitos, ao menos, desde 2009. Internamente,avaliou a criação de um programa Barragens Zeropara substituir a forma de lidar com os rejeitos e deixar de usar as estruturas de contenção, no centro dessas tragédias. Nada foi feito. (Reuters)

— Cinco dias após o rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, 84 mortes foram confirmadas e 276 pessoas ainda estão desaparecidas. O rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, em novembro de 2015, matou 19 pessoas – o projeto é da Samarco, um joint-venture entre Vale e BHP.

— Onyx Lorenzoni descartou que o governo vá intervir na Vale: “não há condição de haver qualquer grau de intervenção até porque essa não seria uma sinalização desejada ao mercado”.

— Ao todo dois engenheiros que prestaram serviços e três funcionários da Vale foram presos ontem. O Ministério Público apura se houve fraude em documentos que atestaram segurança das operações na mina Córrego do Feijão.