WHAT'S NEW?
Loading...

Petrobras inicia segunda etapa de testes de produção do campo de Mero, em Libra

Resultado de imagem para Petrobras inicia segunda etapa de testes de produção do campo de Mero, em Libra

A Petrobras e seus parceiros iniciaram, nova etapa de testes de produção do campo de Mero, no bloco de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. Essa fase consiste na operação do primeiro Sistema de Produção Antecipada (SPA) da área. O objetivo é coletar dados sobre o reservatório e aumentar o conhecimento do campo, de forma a viabilizar as etapas posteriores do projeto. O SPA é operado pelo FPSO Pioneiro de Libra, com capacidade de produzir diariamente até 50 mil barris de petróleo por dia (bpd) e 4 milhões de metros cúbicos de gás associado.

“Libra é um dos maiores polos de produção offshore da indústria mundial e terá papel crucial para o aumento da nossa curva de produção. Com o avanço da etapa de desenvolvimento da área, nosso Plano de Negócios e Gestão prevê a entrada de quatro sistemas definitivos em Libra nos próximos cinco anos. Não há dúvida que temos uma perspectiva promissora pela frente”, disse a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes. Cada sistema definitivo terá capacidade para produzir até 180 mil bpd.

O SPA sucedeu o Teste de Longa Duração (TLD) de Libra, concluído em outubro, e consistiu na substituição do poço injetor de gás por outro localizado mais próximo do poço produtor. O FPSO Pioneiro de Libra é equipado para reinjetar todo o gás produzido no reservatório e, assim, aumentar a produtividade do campo. Essa inovação traz melhores resultados para o meio ambiente, pois permite a eliminação da queima contínua de gás, minimizando a emissão de CO2 na atmosfera.
Durante o TLD, o poço produtor atingiu vazão recorde de 58 mil barris de óleo equivalente por dia (boed). Os resultados alcançados nesse período foram determinantes para reunir informações técnicas do campo e reduzir incertezas.

O Consórcio é liderado pela Petrobras – com participação de 40% - em parceria com a Shell (20%); Total (20%) e as chinesas CNPC (10%) e CNOOC Limited (10%). O consórcio tem ainda a participação da companhia estatal Pré-Sal Petróleo - PPSA, que exerce o papel de gestora do contrato de partilha de produção.