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57ª fase da Lava Jato investiga organização criminosa na Petrobras

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Nova etapa foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (5). Há 11 mandados de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão.

A 57ª fase da Lava Jato, deflagrada na manhã desta quinta-feira (5), investiga a organização criminosa estruturada que, de acordo com a Polícia Federal (PF), agia para lesar a Petrobras na área de trading. Há 11 mandados de prisão preventiva, que é por tempo indeterminado, e 26 de busca e apreensão.

Até o momento, cinco pessoas foram presas. Dez mandados de prisão devem ser cumpridos no Rio de Janeiro (RJ) e um em Petrópolis (RJ).

A imprensa divulgou que, entre os detidos, estão:

Gustavo Buffara Bueno – advogado
André Luiz dos Santos Paza – advogado
Segundo as investigações, esses dois advogados lavavam dinheiro para agentes públicos.

A área de trading realiza negócios de compra e venda de petróleo e derivados da Petrobras por empresas estrangeiras.

A maioria dos mandados de prisão também devem ser cumpridos no estado do Rio de Janeiro. Somente um tem endereço em Curitiba (PR).

Esta nova fase da Lava Jato foi batizada de "Sem Limites".

Busca e apreensão

Conforme noticiou a GloboNews, um dos mandados de busca e apreensão é contra Omar Emir Chaves Neto. Ele é diretor de uma empresa de transporte marítimo.

Chaves Neto era ligado a Konstantinos Kotronakis, ex-cônsul honorário da Grécia. Kotronakis chegou a ser proibido de deixar o país, pelo então juiz federal Sérgio Moro, por suspeita de pagar propina ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

Os policiais permaneceram cerca de uma hora no apartamento de Chaves Neto, no Rio de Janeiro (RJ). Eles apreenderam um computador, um HD externo e um celular.

Jorge Oliveira Rodrigues também foi alvo de busca e apreensão no Rio de Janeiro.