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Novos players mostram competência

Resultado de imagem para duplicação da Estrada de Ferro Carajás,

Quando falamos em infraestrutura e em todos os setores dela dependentes ou por ela abrangidos, falamos de muitos investimentos e cifras bilionárias em todos os países. Embora os orçamentos de países desenvolvidos sejam invejáveis, é aqui e no nosso que devemos nos concentrar.

A recentemente cerimônia de premiação das empresas que se despontaram no Ranking da Engenharia Brasileira 2018, um seminário que marcou definitivamente uma nova proposta nesse tradicional evento. Durante meio dia, antecipando a cerimonia final, o público presente ouviu os responsáveis pelo PPI- Programas de Parcerias de Investimentos da Presidência da República, financiadores de projetos como a Caixa econômica federal, e na nova fase brasileira de empreendimentos de infraestrutura, as concessionárias que vão aportar dinheiro novo aos projetos, e os players que ocuparam o lugar dos antigos “líderes” do setor.

Novas empresas ocuparam o espaço deixado pelo privilegiado e exclusivo grupo do qual todos ouvimos falar– por manutenção de mercados cativos. O que traz maquinas e homens trabalhando em uma obra de ferrovia em de novidade os novos players? Pasmem: Gestão de obras

Foi simplesmente surpreendente ver a exposição da empresa Grupo Aterpa, através de seu Diretor Daniel Nobrega, sobre as atividades de duplicação da Estrada de Ferro Carajás, em operação normal durante as obras, e principalmente destacar, onde tantas empresas até desistiram de enfrentar a rígida fiscalização e exigências da maior mineradora do mundo, a ATERPA entrega a obra antes do prazo–e atende um item do compliance incrível, completa milhões de horas homem de trabalho sem acidentes com afastamento.

Trechos sobre rios onde a fundação das pontes foi feita com tal sincronização com a construção metálica, que resultou na montagem das estruturas metálicos no mesmo prazo em que a fiscalização liberava a estrutura de concreto para servir de apoio. Um primor de Gestão de Obras.

Talvez seja possível, que como eu, alguns leitores não tenham ouvido falar da empresa DOIS A ENGENHARIA, responsável pela instalação de enormes parques eólicos no nordeste do País. Apresentou o case de instalação dos Complexos Eólicos Cutia e Bento Miguel da Copel, onde só em vias de acesso planejou e construiu 82 quilômetros, além das 149 fundações dos aerogeradores. Olhados à distância, não refletem o desafio da construção e as exigências na GESTÃO DE OBRAS. Essas torres, em concreto, atingem a altura, pasmem de novo, de 120 m, onde foram consumidos 125.000 m³ de concreto e mais de 16 mil toneladas de aço. Concreto, amigos, que traz embutido na sua elaboração um arcabouço de responsabilidades gigantescas.

É pouco? A Dois A Engenharia prepara-se para levar essa estrutura para o mar aberto, fora da área de arrebentação, bem mais difícil, onde a fundação é preparada no continente e levada ao local da instalação (precisa de pouca Gestão de Obras ou muita?), e pasmem de novo, estão ampliando as torres para 200 m de altura.

Bem agora, para despertar o leitor, os 120 m de altura equivalem a um edifício de 40 andares; agora o de 200 m equivale a um edifício do qual ficamos de boca aberta quando visitamos no exterior– quase 70 andares. Haja Gestão de Obras