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Jair Bolsonaro e o estaleiro de São Roque do Paraguaçu na Bahia


A crise no estaleiro de São Roque, que já chegou a ter 7.462 empregos diretos em seus tempos áureos, é um problema para a administração Jair Bolsonaro (PSL), que começa em 1º de janeiro, resolver.

São Roque do Paraguaçu, que é um distrito de Maragojipe, Recôncavo Baiano, hoje é um cemitério, uma cidade fantasma. Erguido pelo consórcio Odebrecht, Kawasaki, OAS e UTC, o empreendimento ao lado, o Enseada Industrial caiu em desgraça em 2014, após três das empresas – exceto a japonesa – serem denunciadas na Operação Lava Jato, ao lado da Sete Brasil.

O estaleiro atendia cidades da região, como Salinas das Margaridas, Nazaré, Santo Antônio de Jesus e Maragojipe. A região chegou a abrir 7.000 empresas. Outro problema é que quase 90% dos empregados eram da região. Hoje o estaleiro tem apenas 60 funcionários para manutenção das máquinas.