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Produção industrial cai em SP, MG e em mais 6 estados

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De acordo com o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, houve decréscimo de 0,2% na produção industrial brasileira, na passagem de junho para julho deste ano, na série com ajuste sazonal. O que puxou o índice nacional para baixo foi o fato de 8 dos 15 estados/regiões pesquisados mostrarem taxas negativas, e apenas 7 apresentarem resultados positivos.

Os recuos mais acentuados foram observados em Goiás (-2,1%), Paraná (-1,3%), São Paulo (-1,1%), Minas Gerais (-1,0%) e Mato Grosso (-0,9%). Rio de Janeiro (-0,3%), Ceará (-0,2%) e Pernambuco (-0,2%) também assinalaram índices negativos.

De outro lado, Espírito Santo (5,8%) e Rio Grande do Sul (4,6%) apresentaram os avanços mais acentuados no mês. Pará (2,7%), Amazonas (2,5%), Santa Catarina (1,9%), Bahia (1,0%) e Região Nordeste (0,5%) completaram o conjunto de locais com resultados positivos.

Na comparação com igual mês de 2017, a indústria mostrou crescimento de 4% em julho de 2018, com 12 dos 15 locais pesquisados apontando taxas positivas. O IBGE observa, porém, que no resultado de julho deste ano verificou-se influência do efeito-calendário, já que julho de 2018 (22 dias) teve um dia útil a mais do que igual mês do ano anterior (21).

No acumulado do período janeiro-julho de 2018, frente a igual período de 2017, houve altas em 11 dos 15 locais pesquisados, com destaque para o avanço de dois dígitos no Amazonas (14,1%).

Pará (8,9%), Pernambuco (4,7%), Santa Catarina (4,6%), Rio de Janeiro (4,5%), São Paulo (4,3%) e Rio Grande do Sul (2,6%) também registraram crescimento acima da média da indústria (2,5%), enquanto Paraná (1,8%), Mato Grosso (0,5%), Bahia (0,5%) e Região Nordeste (0,2%) completaram o conjunto de locais com resultados positivos no fechamento dos sete primeiros meses do ano.

Nesses locais, o maior dinamismo foi particularmente influenciado por fatores relacionados à expansão na fabricação de bens de capital (em especial aqueles voltados para o setor de transportes, para construção e de uso misto) e de bens intermediários, como celulose, óleo diesel, naftas para petroquímica, querosenes de aviação e siderurgia, dentre outros.