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Pré-sal é um dos ambientes de negócios mais competitivos do mundo, diz Carlos Tadeu Fraga

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O pré-sal tem características em termo de produtividade e economicidade que o tornam – se não o mais competitivo – um dos mais competitivos ambientes de negócios em todo mundo, afirma o CEO do Porto do Açu, Carlos Tadeu Fraga, que concedeu entrevista ao Rio Oil & Gas Studio, em conjunto com o diretor-executivo da Edison Chouest no Brasil, Ricardo Chagas.

“O Brasil é uma das áreas do mundo com maior potencial para exploração de petróleo. Existe uma janela de oportunidade para uso desse recurso. Dez anos atrás, 20 anos atrás, falar de carro elétrico, energias renováveis, soava até um pouco como ficção. Isso é uma realidade hoje. A sociedade exige cada vez menor impacto ambiental”, comenta o CEO do Porto do Açu.

A empresa assinou, no primeiro dia da feira, um acordo de cooperação para explorar sinergias comerciais com o Porto de Houston. John Moseley, Diretor Comercial do Porto de Houston, conta que o foco inicial será a importação e exportação de cargas, em granel ou container, também atendendo a indústria offshore de petróleo e gás.

“Açu e Houston têm perfis similares e podem aproveitar suas redes de parceiros para promover negócios entre o mercado americano e o brasileiro. Esta troca aumentará a exposição do Porto do Açu e irá gerar novas oportunidades e criação de novas rotas, principalmente envolvendo operações com contêineres, que é o ponto forte do novo parceiro. Outro ponto importante é o volume movimentado pelo Porto de Houston associado ao setor de petróleo e gás, que também é uma vocação do Complexo do Açu”, comenta Carlos Tadeu Fraga.

Ricardo Chagas conta que o principal foco da empresa hoje é a criação do mercado independente de petróleo offshore que pode nascer com o desinvestimento da Petrobras da Petrobras e a oferta permanente. “É claro que as majors são importantes para nós. Mas as empresas pequenas precisam de serviços integrados para reduzir custos. E é exatamente isso que a gente está proporcionando”, diz Chagas.

O diretor da Edison Chouest defendeu a manutenção dos leilões de petróleo no próximo governo e lembrou os investimentos que estão sendo feitos hoje para atender à demanda gerada. “Estamos vendo a chegada de novas operadoras. Se algum governante resolver parar com isso será um trabalho perdido. Isso seria muito triste”, comentou.