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P-67 passará por reparos na Baía de Guanabara

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Problema no flare estaria impedindo início de operação do FPSO que será instalado no campo de Lula

Dois meses após chegar da China, onde teve seu topside integrado, o FPSO P-67 segue parado na Baía de Guanabara (RJ) e sem data definida para produzir o primeiro óleo no campo de Lula Norte, no pré-sal da Bacia de Santos.

A BE Petróleo apurou que há problemas na plataforma, inclusive na torre do flare, que não teria sido aprovada pelas autoridades. Em razão disso, a unidade terá de permanecer por mais 60 dias no local, onde passará por reparos.

Na última segunda-feira (10/9), a reportagem procurou a Petrobras para entender por que a Diretoria de Portos e Costas da Marinha (DPCMar) informava, naquela data, que a plataforma aguardava perícia por ter um “item impeditivo” para operar desde 30 de julho deste ano. Também foi solicitado à companhia que informasse as previsões de chegada da unidade ao campo e de seu início de operação.

Na quinta-feira (13/9), a Petrobras disse, via assessoria de imprensa, que a Marinha atualizou o relatório “em que mostra que não há pendências impeditivas para a operação da P-67” e que a plataforma permanece na Baía de Guanabara sendo preparada para a fase offshore. A estatal não deu mais detalhes.

A última atualização disponível do relatório de declarações de conformidade do DPCMar, da manhã desta sexta-feira (14/9), informa que a plataforma aguarda perícia para entrada em operação, sem pendências impeditivas.

Quatro FPSOs produzem primeiro óleo ainda em 2018

O documento também informa que o FPSO P-69, que já está no campo de Lula Extremo Sul, também aguarda perícia para iniciar operação.
Em apresentação para investidores na última segunda-feira, a Petrobras informa que a P-67 e a P-69 têm início de operação previsto para o quarto trimestre deste ano. A primeira tem 11 poços completados e a segunda, oito.

Além dessas unidades, estão programados para produzir o primeiro óleo este ano os FPSOs P-75 e P-76, nos campos de Búzios 2 e 3, respectivamente. Elas se somarão à P-74, que começou a produzir em Búzios 1 em abril, e ao Campos dos Goytacazes, que opera em Tartaruga Verde e Mestiça desde junho.