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Empresas buscam evitar o preconceito na escolha de currículos

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O preconceito na escolha de currículos pode descartar excelentes profissionais. Olhar primeiro para etnia, gênero, classe social e outras características particulares são práticas antigas e tóxicas que atrapalham o desenvolvimento do país e exclui profissionais de primeira qualidade. As primeiras etapas do processo seletivo não deve dar importância para os dados considerados como básicos (sexo, nome, endereço, idade etc). Evitar a escolha através destas informações, evita que a empresa escolha de forma equivocada os seus candidatos.
Grande sonho

Parece um grande sonho, mas ser escolhido por sua competência e experiência, em vez de sua indicação pelo gerente “fulano de tal”, está começando a ganhar força nas empresas mais modernas e com um RH mais consciente. Escolher um profissional pelo seu desempenho nos testes e entrevistas durante um processo seletivo e não apenas pelo seu currículo, pode trazer grandes benefícios a empresa que o contrata pois na prática aquele profissional poderá mostrar uma parte do seu potencial e o que poderá oferecer para a companhia.

Em alguns países já é comum não colocar no currículo informações como Idade, Sexo, Endereço e se a pessoa é casada ou não. Isso tudo poderia influenciar de alguma forma a decisão da escolha por este ou aquele currículo mesmo antes de ter contato com o profissional, descartando assim o demais que nem tiveram a chance de participar do processo. Muitas empresas já adotam essa prática e só descobrem se o futuro empregado é homem ou mulher, jovem ou idoso, solteiro ou casado etc, etc, quando recebem os resultados dos seus testes e entrevistas com o RH.


Mesmo com esta nova forma de selecionar profissionais, mesmo com todo cuidado que algumas empresas estão adotando para valorizar o profissional, o número de mulheres nas empresas ainda é menor do que de homens. Mas, de qualquer forma, já há uma luz no fim do túnel para trazer esperança para quem realmente pode chegar e agregar valores positivos no mercado de trabalho.

Por Paulo Nogueira