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5ª Rodada de Partilha do Pré-Sal tem 12 empresas inscritas

Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) anunciou a aprovação a participação de 12 empresas na 5ª Rodada de Partilha do Pré-Sal.

Conforme comunicado divulgado nesta última terça-feira (4), dentre as inscritas, 11 são estrangeiras e apenas uma ainda não possui contrato para exploração e produção de petróleo e gás natural no Brasil.

Nesta 5ª Rodada serão oferecidos blocos de exploração nas áreas denominadas Saturno, Titã, Pau-Brasil e Sudoeste de Tartaruga Verde, localizadas nas bacias de Santos e Campos. O leilão está marcado para o dia 28 de setembro, no Rio de Janeiro.

As empresas que tiveram a participação aprovada no leilão são:

Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) – Brasil
DEA Deutsche Erdoel AG - Alemanha
QPI Brasil Petróleo Ltda. - Catar
Ecopetrol S.A – Colômbia
CNOOC Petroleum Brasil Ltda. – China
CNODC Brasil Petróleo e Gás Ltda. - China
Chevron Brazil Ventures LLC - Estados Unidos
ExxonMobil Brasil - Estados Unidos
Total E&P do Brasil Ltda. - França
Equinor Brasil Energia Ltda. – Noruega
Shell Brasil Petróleo Ltda. - Reino Unido
BP Energy do Brasil Ltda. - Reino Unido

De acordo com a ANP, as 12 empresas foram as únicas que manifestaram interesse no leilão. O número de inscritas ficou abaixo das duas últimas rodadas - na 4ª, foram 16 empresas inscritas, recorde nas rodadas de partilha, e na 3ª foram registradas 15 inscrições.

A análise dos pedidos foi realizada pela Comissão Especial de Licitações da agência. Duas empresas, a Ecopetrol e Equinor, ainda precisam apresentar documentação complementar até o dia 13 de setembro para garantir presença na disputa.

A ANP ressaltou que apenas a alemã DEA Deutsche Erdoel AG ainda não possui contrato para exploração e produção de petróleo e gás natural no Brasil.

Petrobras tem preferência em Sudoeste de Tartaruga Verde
Em junho, a Petrobras manifestou ao Ministério de Minas e Energia interesse de preferência pela área de Sudoeste de Tartaruga Verde. Isso significa que se a estatal não arrematar estas áreas, poderá se consorciar às empresas vencedoras para operar os blocos com participação de 30%.

Nas licitações sob o regime de partilha da produção, as empresas vencedoras são as que oferecem ao governo, a partir de um percentual mínimo fixado no edital, o maior percentual de óleo excedente da futura produção. Esse excedente é o volume de petróleo ou gás que resta após a descontar os custos da exploração e investimentos.

O bônus de assinatura a ser pego pelas petroleiras à União caso todas as áreas da 5ª Rodada sejam arrematadas somará R$ 6,82 bilhões.