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Odebrecht se defende de acusação de esquema ilícito no México

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Em resposta às alegações apresentadas na reportagem do site mexicano Quinto Elemento Lab, publicadas na última segunda-feira (20), de que teria recebido propina da Altos Hornos de México (AHMSA), uma das maiores empresas siderúrgicas do México, a Odebrecht afirmou que adota um modelo de gestão que valoriza "a ética, a ingegridade e a transparência"

"A Odebrecht está colaborando com a Justiça no Brasil e nos países em que atua. Assinou Acordo de Leniência com as autoridades do Brasil, Estados Unidos, Suíça, República Dominicana, Equador, Panamá e Guatemala. Implantou um sistema para prevenir, detectar e punir desvios ou crimes. E adotou modelo de gestão que valoriza não só a produtividade e a eficiência, mas também a ética, a integridade e a transparência", disse a companhia, em comunicado enviado ao Valor.

De acordo com apuração do Quinto Elemento Lab, a empresa brasileira recebeu US$ 3,7 milhões da AHMSA, semanas depois da controversa venda, em 2014, de uma fábrica de fertilizantes para a petroleira estatal Pemex. A reportagem cita documentos do Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro que acusam o ex-diretor da Pemex Emilio Lozoya Austin de receber propinas por causa dessa negociação. O executivo nega.

As autoridades mexicanas têm sondado os negócios entre a companhia petrolífera local e o conglomerado brasileiro, que nos últimos anos admitiu ter pago mais de US$ 3 bilhões em propinas em toda a América Latina, incluindo US$ 10 milhões no México.