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Empresas brasileiras entram na corrida por veículo autônomo de alto nível

Resultado de imagem para Duas empresas do interior de São Paulo, a Synkar, do Grupo Data H, de Ribeirão Preto, especializada em inteligência artificial; e a Unipac, braço do Grupo Jacto, em Pompéia, fabricante de veículos elétricos, concluíram a primeira fase do protótipo de um carro elétrico autônomo (que dispensa motorista). Batizado de "Auto-AI" o veículo é destinado a movimentação de cargas e deverá reduzir custos com deslocamento e armazenagem em locais como áreas industriais. "Este projeto pode ser considerado um marco de inovação da indústria 4.0. Ele foi desenvolvido 100% por profissionais brasileiros sem qualquer ajuda estrangeira e tem qualidade técnica de nível mundial", destaca o CEO do Grupo Data H, Evandro Barros que também observa ser possivelmente este o primeiro carro elétrico autônomo com AI no Brasil criado fora das universidades e que vai atender uma demanda real e imediata do mercado. Além de atender a movimentação de cargas em áreas industriais, o novo carro também terá condições para atender e cumprir missões, de forma autônoma, em outros ambientes considerados "fora da estrada", ou seja, locais como hospitais, condomínios, campos de golfe e futebol. Um dos impactos esperados pela nova tecnologia é a redução de custos com movimentação e armazenagem. "Com o sistema de AI, o próprio carro poderá decidir e aplicar a forma mais rápida de levar equipamentos e objetos entre prédios, se comunicar com outros equipamentos e receber aviso de uma carga que acaba de chegar e ir buscá-la. E também fazer a leitura de movimentação no pátio, uma forma de gerar dados de apoio para a gestão da empresa", afirma o presidente da Unipac, Gabriel Pires. Comercialização - A Unipac estima iniciar a comercialização do novo produto a partir de 2.020. O projeto acaba de finalizar a fase de protótipo e agora vai entrar em testes nas unidades fabris da empresa. As próximas etapas consistirão em avaliações e ajustes que serão realizados em diferentes ambientes de potenciais clientes. Na avaliação de Evandro Barros, do Grupo Data H, por oferecer um sistema de inteligência artificial desenvolvido localmente, o novo carro deverá impactar o desenvolvimento da indústria automobilística no Brasil. "O Brasil é um caso à parte no cenário automobilístico e possui problemas que são típicos de nossa cultura. Temos questões de segurança pública que precisam ser consideradas nos sistemas de inteligência dos carros autônomos daqui. Não adianta esperar que isso seja desenvolvido no exterior. É ilusão". Sem limites - A utilização do novo carro não deverá se restringir apenas as melhorias de logística no carregamento e armazenamento de cargas. Entre as inúmeras possibilidades que o novo veículo vem oferecer estão algumas como o fornecimento de informações para outros sistemas de tecnologia para otimização de recursos ou tomadas de medidas de segurança, porque poderá prover fotos, mapas, rotas e históricos de ações.

Duas empresas do interior de São Paulo, a Synkar, do Grupo Data H, de Ribeirão Preto, especializada em inteligência artificial; e a Unipac, braço do Grupo Jacto, em Pompéia, fabricante de veículos elétricos, concluíram a primeira fase do protótipo de um carro elétrico autônomo (que dispensa motorista). Batizado de "Auto-AI" o veículo é destinado a movimentação de cargas e deverá reduzir custos com deslocamento e armazenagem em locais como áreas industriais.

"Este projeto pode ser considerado um marco de inovação da indústria 4.0. Ele foi desenvolvido 100% por profissionais brasileiros sem qualquer ajuda estrangeira e tem qualidade técnica de nível mundial", destaca o CEO do Grupo Data H, Evandro Barros que também observa ser possivelmente este o primeiro carro elétrico autônomo com AI no Brasil criado fora das universidades e que vai atender uma demanda real e imediata do mercado.

Além de atender a movimentação de cargas em áreas industriais, o novo carro também terá condições para atender e cumprir missões, de forma autônoma, em outros ambientes considerados "fora da estrada", ou seja, locais como hospitais, condomínios, campos de golfe e futebol.

Um dos impactos esperados pela nova tecnologia é a redução de custos com movimentação e armazenagem. "Com o sistema de AI, o próprio carro poderá decidir e aplicar a forma mais rápida de levar equipamentos e objetos entre prédios, se comunicar com outros equipamentos e receber aviso de uma carga que acaba de chegar e ir buscá-la. E também fazer a leitura de movimentação no pátio, uma forma de gerar dados de apoio para a gestão da empresa", afirma o presidente da Unipac, Gabriel Pires.

Comercialização - A Unipac estima iniciar a comercialização do novo produto a partir de 2.020. O projeto acaba de finalizar a fase de protótipo e agora vai entrar em testes nas unidades fabris da empresa. As próximas etapas consistirão em avaliações e ajustes que serão realizados em diferentes ambientes de potenciais clientes.

Na avaliação de Evandro Barros, do Grupo Data H, por oferecer um sistema de inteligência artificial desenvolvido localmente, o novo carro deverá impactar o desenvolvimento da indústria automobilística no Brasil. "O Brasil é um caso à parte no cenário automobilístico e possui problemas que são típicos de nossa cultura. Temos questões de segurança pública que precisam ser consideradas nos sistemas de inteligência dos carros autônomos daqui. Não adianta esperar que isso seja desenvolvido no exterior. É ilusão".

Sem limites - A utilização do novo carro não deverá se restringir apenas as melhorias de logística no carregamento e armazenamento de cargas. Entre as inúmeras possibilidades que o novo veículo vem oferecer estão algumas como o fornecimento de informações para outros sistemas de tecnologia para otimização de recursos ou tomadas de medidas de segurança, porque poderá prover fotos, mapas, rotas e históricos de ações.