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Fundo da Marinha Mercante aprova R$ 2,9 bilhões para estaleiros

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O Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) estendeu em 180 dias o prazo para obtenção de crédito para oito projetos priorizados em reuniões anteriores e que somam R$ 2,9 bilhões. Esse montante representa 76% dos R$ 3,8 bilhões aprovados na 38ª ordinária do fundo naval, realizada na última quinta-feira (5) em Brasília.

Na ocasião, a Transpetro obteve suplementação de recursos para construção do Suezmax Machado de Assis, que está na carteira do Estaleiro Atlântico Sul (PE). O petroleiro havia sido priorizado anteriormente em maio de 2017, com suplementação de R$ 2,5 milhões. A subsidiária da Petrobras também obteve suplementação de recursos para construção de quatro gaseiros de 7.000 m³ (Oscar Niemeyer, Darcy Ribeiro, Barbosa Lima Sobrinho e Lúcio Costa), no Vard Promar (PE), que também havia sido priorizada em maio do ano passado, com valor total de R$ 39,3 milhões.

A Brasil Basin Drydock obteve mais prazo para obtenção do crédito referente à construção de um estaleiro de reparos para embarcações de médio e grande porte, a ser instalado no município de Lucena (PB). Esse projeto havia sido anteriormente priorizado em dezembro de 2017, com valor de R$ 2,15 bilhões. No apoio marítimo, a Bram Offshore recebeu nova prioridade para construção de três PSVs 4.500, a serem construídos no estaleiro Navship (SC), anteriormente priorizada em dezembro de 2017, com valor total de R$ 507,4 milhões.

A Marlin Navegação recebeu prioridade para conversão do PSV Skandi Flamengo para OSRV, que havia sido priorizada anteriormente em dezembro de 2017, com valor total de R$ 15,1 milhões. A empresa também conseguiu mais prazo para o financiamento de serviços de reparo de três embarcações (Skandi Copacabana, Skandi Flamengo e Skandi Leblon), anteriormente priorizado em dezembro de 2017, com valor total de R$ 10,6 milhões.

A Magallanes Navegação conseguiu suplementação de R$ 37,3 milhões para docagem e reparo de quatro PSVs, anteriormente priorizada em maio de 2014. Já a Wilson Sons Ultratug Offshore para docagem e reparo de 14 PSVs, anteriormente priorizados em maio de 2017, com valor total de R$ 106,3 milhões.