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EMPREGOS: Petrobras e chinesa CNPC avançam sobre obras no Comperj

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A Petrobras assinou uma carta de intenções com a China National Petroleum Corporation International (CNPCI), subsidiária integral da CNPC, para retomar as obras na refinaria do Comperj.

O anúncio ocorre um dia após a empresa informar a suspensão de venda de alguns ativos em razão de uma decisão cautelar do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em comunicado a estatal destacou que, quando concluída, a parceria com os chineses permitirá utilizar o óleo pesado produzido no cluster de Marlim para processamento no Comperj, que conta com infraestrutura adequada para esse tipo de petróleo, mas cujas obras estão interrompidas desde 2015.

O cluster de Marlim abrange os campos de Marlim, Voador, Marlim Leste e Marlim Sul, todos na Bacia de Campos, e demandará “investimentos expressivos” para substituir as instalações existentes e também para instalar novos poços e sistemas submarinos, de modo a estender a vida útil do campo, disse a Petrobras.

“Damos hoje mais um passo na busca de parceiros para concluir a refinaria do Comperj, ao mesmo tempo em que garantimos novos investimentos e a revitalização do campo de Marlim”, disse o presidente da estatal, Ivan Monteiro, na nota.

“Para mim, é mais uma demonstração de como uma Petrobras financeiramente saudável e equilibrada pode ter um impacto positivo para a sociedade brasileira e todos os seus acionistas.”

Já para a CNPC, esse acordo significa a oportunidade de fortalecer a parceria em Exploração & Produção (E&P) com a Petrobras, incluindo acesso a um projeto integrado com refino no Brasil, disse a empresa brasileira.

A estatal lembrou que, desde 2013, é parceira da CNPC na área de Libra, localizada no pré-sal da Bacia de Santos. Em 2017, o consórcio formado pela Petrobras, CNPC e BP foi o vencedor para o Bloco de Peroba.

Em julho de 2017, a Petrobras e a CNPC assinaram um Memorando de Entendimento para iniciar tratativas referentes a uma parceria estratégica e avaliaram, conjuntamente, oportunidades no Brasil e no exterior em áreas-chave de interesse mútuo, nos segmentos de refino e de E&P.

Segundo a Petrobras, a carta de intenções assinada agora é um desdobramento desse Memorando de Entendimento, e os termos finais da negociação dependem do sucesso das próximas etapas da parceria.