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EMPREGOS: Fabrica de veículos irá investir R$ 14 bilhões na América Latina

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R$ 14 bilhões é o valor que a FCA - Fiat Chrysler Automobiles pretende investir na América Latina no período 2018-2022. A maior parte destes recursos será empregada no Brasil, com previsão de lançamento de 25 novos modelos, sendo 15 da linha Fiat e 10 das linhas Jeep e Ram, que deve fazer sua estreia no mercado brasileiro.

O anúncio foi feito pelo novo presidente da FCA América Latina, Antonio Filosa, em entrevista realizada no início da semana passada, em São Paulo. “Planejamos 15 ou mais lançamentos Fiat e 10 ou mais Jeep/Ram no Brasil e na América Latina, considerando todas as renovações de produtos e modelos completamente novos”, disse, destacando que cerca de 90% dos recursos devem ser investidos em produtos que serão produzidos nas fábricas de Betim (MG) e Goiana (PE).

A linha Fiat deve ganhar pelo menos três SUVs, um subcompacto, um compacto e um grande de sete assentos. A linha Jeep deve ser acrescida de um modelo de sete assentos e a estreia da Ram no mercado nacional deve se dar com um picape média. Parte do investimento será destinada a linha de powertrain, com um nova versão do mnotor firefly e novas versões de transmissões automáticas.

No momento, na avaliação de Filosa, a FCA não necessita de grandes investimentos no parque fabril, já que a capacidade produtiva na região supera a marca de 1 milhão de veículos/ano - a montadora espera elevar suas vendas na América Latina dos atuais 700 mil veículos para 1 milhão até 2022.

Filosa não descarta, porém, se o mercado demandar, ampliar a capacidade da fábrica da Jeep, em Pernambuco, dos atuais 250 mil para 350 mil unidades/ano. O que é certo - afirmou o executivo - que a FCA continuará investindo em tecnologia, digitalização das plantas, processos da indústria 4.0, para aumentar qualidade e produtividade e reduzir custos de produção. “Goiana já é uma das plantas mais modernas do mundo, bastante automatizada, e a fábrica de Betim foi modernizada”, disse.

De acordo com o executivo, o novo investimento tem como premissa a aprovação do programa Rota 2030, o novo regime automotivo que enfrenta discussões entre os ministérios da Economia e da Fazenda e ainda aguarda liberação do governo. Para Filosa, “o Rota 2030 pode gerar desenvolvimento ímpar para a indústria automobilística e toda sua cadeia”.

Um dos objetivos do novo plano quinquenal é a recuperação da liderança do mercado brasileiro. “Vamos aumentar nosso share com novos produtos e maior alcance de mercado, principalmente para a Fiat com os novos SUVs.”