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Codesp terá de retirar destroços de embarcações do canal

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A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) deverá remover os destroços dos dois barcos que afundaram no Porto de Santos. O Taio Maru naufragou e o Kaiko Maru na manhã seguinte, por consequência do primeiro incidente. Ambos estavam ancorados no cais do Armazém 8, no Paquetá. Como resultado, cerca de 100 litros de óleo foram derramados no mar.

A informação é da agente ambiental federal Ana Angélica Alabarce, do Instituto Brasileiro de Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Segundo ela, a estatal que administra o cais santista será notificada hoje. O prazo que a Autoridade Portuária terá para remover os destroços ainda não foi definido.

O primeiro barco afundou por volta das 15 horas de segunda-feira (25). As equipes do plano de emergência do complexo foram acionadas e instalaram barreiras de contenção no entorno, mas isso não foi o suficiente para evitar o derramamento dos 100 litros de óleo no canal de navegação.

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Após o naufrágio do Taio Maru, o Kaiko Maru começou a ser monitorado pelas autoridades portuária e ambiental, já que os dois estavam amarrados. Os cabos de amarração ficaram tracionados e havia o risco de rompimento.

Foi o que aconteceu. Primeiro, o Kaiko Maru adernou e, depois, naufragou com o casco virado para cima. Os trabalhos de contenção e retirada de resíduos se estenderam durante semana passada

Agora, a área é monitorada com o auxílio de drones que prestam serviço à Autoridade Portuária. Equipes do Ibama também monitoram o local.

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Procurada, a Docas informou que as embarcações encontravam-se à disposição da 3ª Vara da Justiça do Trabalho de Santos, ofertadas em garantia em uma ação trabalhista. “A Codesp, como Autoridade Portuária, vem adotando as medidas necessárias para a retirada das referidas embarcações visando garantir a segurança do Porto, com a devida comunicação ao juízo em questão”, informou.

A Docas comunicou, ainda, que duas embarcações de uma empresa especializada foram utilizadas para retirada de resíduos flutuantes impregnados com óleo, como madeira, plásticos e galões.

 Segundo a estatal, as barreiras de contenção colocadas no entorno da Taio Maru foram mantidas e fizeram o efeito esperado. Mesmo assim, é possível observar iridescências (quando o óleo na água reflete as cores do arco-íris) concentradas no cerco e forte cheiro do produto.

Em relação à Kaiko Maru, a Docas informa que está tomando providências para contenção dos destroços e de eventuais consequências.