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Preço e baixa oferta de gás natural são obstáculos para Indústria, diz CNI

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A produção de gás natural aumentou nos últimos anos e atingiu 107,9 MMm3/d (milhões em metros cúbicos por dia) em 2017. Mas, apenas 54% do volume foi aproveitado.

Com regulação defasada e infraestrutura insuficiente para transporte a expansão do consumo do combustível fica prejudica. Ou seja, o consumo não acompanha o ritmo da produção.

Sem gasodutos suficientes, a indústria prefere investir na exploração do petróleo. Assim, parte do gás extraído nos mesmos poços é reinjetada. Foi o caso de 25% da produção de 2017. Outros 4% foram queimados.

Os dados fazem parte do estudo “Gás Natural: Mercado e Competitividade”. O relatório é 1 dos 43 documentos com propostas da CNI (Confederação Nacional da Indústria) a ser entregue aos pré-candidatos à Presidência.

No documento , a confederação faz uma série de recomendações para o próximo chefe do Executivo. Entre elas, a promoção da oferta competitiva do gás natural; a criação de 1 sistema de transporte de gás robusto e competitivo; a regulamentação da atividade de comercialização de gás pela ANP; e o fortalecimento da competitividade do segmento da distribuição.

INDÚSTRIA PAGA CARO PELO GÁS

A baixa oferta do produto no mercado nacional e a dependência de gás importado faz com que o preço final seja 1 dos mais elevados no mundo.

A indústria é responsável por 48% do consumo nacional de gás. Segundo a CNI, o valor médio do gás natural para o setor industrial no Brasil chega a ser 3 vezes mais alto do que nos Estados Unidos, maior produtor e consumidor do combustível.