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Lembram aquela história da bilionária briga entre a Odebrecht e Victor Gradim?

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Rememorando: a Kieppe Patrimonial (leia-se Odebrecht) queria comprar os 20,6% de ações que Bernardo (pai) e Victor Gradim (leia-se Graal Participações) detém no grupo. Chegou a oferecer US$ 1,5 bilhão, ou cerca de R$ 6 bilhões, a preço de hoje.

Os Gradim não queriam vender, o assunto foi para a justiça, com eles questionando valor e forma de pagamento, também o direito da Odebrecht querer comprar.

Resultado: veio a Lava Jato com a Odebrecht no olho do furacão e o negócio, pelo menos nos valores colocados, voou pelos ares.

Os Gradim até querem vender agora, mas como a Odebrecht luta para sacudir a poeira, inclusive tomando empréstimos (R$ 2,7 bilhões) em banco para pagar acordo de leniência iria justificar? A história não acabou, é obvio. Mas no capítulo presente, também está afogada na Lava Jato.

Prejuízo baiano

Aliás, diz-se no mercado, que a Lava Jato foi extremamente danosa para os baianos. Dos 740 mil empregos que as construtoras suprimiram, quase 100 mil são da Odebrecht. A OAS, em recuperação judicial, despencou de 120 mil para 35 mil. E de quebra, Ricardo Pessoa, da UTC, outra enroscada, também é baiano.

Se comparadas as perdas com os envolvidos baianos presos, constata-se que é muito desemprego para pouca faxina ética.