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BNDES e Votorantim concluem negociação e unem Suzano e Fibria

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O BNDES e a Votorantim, dois dos principais acionistas da Fibria, informaram ao mercado que concluíram a negociação para unir as fabricantes de papel e celulose Fibria e Suzano.

Leia o comunicado enviado ao mercado pelo BNDES:

Pagamento à BNDESPAR concilia parcela significativa em dinheiro (cerca de R$ 8,5 bilhões) e ações da nova companhia, com perspectiva de valorização

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio de sua subsidiária de participações acionárias, a BNDESPAR, aprovou a consolidação entre as empresas Suzano e Fibria. As negociações foram conduzidas em comum acordo com a Votorantim S/A, com quem a BNDESPAR compartilha o controle da Fibria.

A operação consolida as duas maiores empresas de celulose do País, e transforma a companhia resultante na líder mundial em celulose de mercado. A composição da forma de pagamento ao BNDES concilia o recebimento de parte significativa em dinheiro, cerca de R$ 8,5 bilhões, e o recebimento de ações da companhia resultante, com a perspectiva de valorização a partir dos ganhos sinérgicos e de produtividade advindos da transação.

A operação garantiu o fortalecimento do mercado de capitais, conforme a missão do BNDES, e manteve uma empresa aberta no mercado brasileiro. Também foram negociadas melhorias de governança, que incluem a aprovação de uma política de indicação de conselheiros independentes. A companhia resultante deverá, por contrato, manter, no mínimo, o mesmo padrão de responsabilidade socioambiental em que as duas empresas já eram referência.

O processo negocial, de acordo com as melhores práticas de governança corporativa, também assegurou que os acionistas minoritários recebam dinheiro e ações nas mesmas condições dos controladores.

A BNDESPAR seguirá com participação relevante empresa resultante, mas será minoritária. Dessa forma, o BNDES dá prosseguimento à sua estratégia corporativa, de monetização a preços adequados de participações societárias maduras em grandes empresas, permitindo a geração de caixa para novos investimentos em fundos de apoio a empresas startups e scale-ups, entre outras.

A operação é inteiramente garantida por consórcio de bancos privados e sua conclusão está sujeita à aprovação de agências antitruste.