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Retroescavadeiras são soluções na construção e no campo

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Historicamente, e também com base em dados recentes da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), sabe-se que o equipamento de construção mais utilizado para qualquer tipo de obra no Brasil é a retroescavadeira.

Essa característica tem se confirmado também na agricultura. A retroescavadeira é a melhor opção para agilizar o trabalho tanto nas atividades de construção e infraestrutura como no campo.

As retroescavadeiras são constantemente comparadas a canivetes suíços, ou porta-ferramentas, em razão da versatilidade de aplicações.

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Além de atividades na construção civil, essas máquinas têm requisitos de sobra para se manterem entre os equipamentos mais cotados também nas atividades agrícolas. Isso se deve também à grande variedade de implementos, como garfo pallet, placa vibratória, caçambas de variados tamanhos e funções, vassoura hidráulica, perfuratrizes entre outros.

Com isso as retros, como são chamadas no dia a dia, tornam-se fundamentais nas operações de abertura de valas e elevação de cargas.

Atualmente a New Holland Construction produz no Brasil, na planta de Contagem (MG), dois modelos desse equipamento: B95B e B110B.

Ambos são utilizados para serviços como escavação, desagregação e abertura de valas com rapidez e precisão.

Paula Araújo, gerente de marketing da New Holland Construction para América Latina, diz que versatilidade é a palavra que mais se encaixa quando se fala em retroescavadeiras.

“A máquina é capaz de realizar tarefas além dos canteiros de obra, desempenhando bom papel em limpeza, obras de manutenção e ruas, redes pluviais e esgotos”, observa.

A B95B se destaca pela agilidade, alcance, precisão e força, além de oferecer segurança na operação.

Assim como a versão B110B, a máquina possui motores turboalimentados, que oferecem mais torque e potência.

De acordo com Paula, todos os motores das retroescavadeiras produzidos desde janeiro deste ano são FPT Industrial MAR-1/Tier 3 e utilizam componentes robustos e correias poli-V autoajustáveis para maior durabilidade.

“Jatos de óleo refrigeram a parte inferior dos pistões para um controle perfeito da temperatura, uma função que geralmente é reservada a motores de maior potência”, explica.