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Quantos empregos estão em risco com a automatização?

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A robotização e a automação tiveram grande impulso nos últimos anos em vários setores - e não só na indústria. Com isso, a discussão sobre o impacto que as novas tecnologias irão causar nos empregos ressurgiu. Vários estudos têm sido divulgados e inúmeros outros devem estar em preparação nesse momento.

Limitada por inúmeras condições, algumas delas sequer conhecidas hoje, a tarefa de “prever” o futuro é extremamente difícil, é de extrema importância que cientistas e especialistas se debrucem sobre esta questão. Que empregos serão suprimidos (na verdade, já estão sendo), não há dúvidas. Mas quantos, em qual proporção, em quais setores? E, como complemento, quantos empregos devem ser criados pelas novas tecnologias? Esta equação vai fechar? Haverá empregos para as novas gerações?

Nesse sentido, a Statista, agência internacional especializada em estatísticas e confecção de gráficos, reuniu três desses estudos recentes, realizados por especialistas, consultorias e uma entidade global. A disparidade dos resultados - ainda que se possa questionar métodos e métricas - dá uma boa ideia do quanto ainda se está engatinhando num tema de grande importância para o futuro da sociedade.

O gráfico acima apresenta os resultados de três estudos sobre o risco sobre os empregos nos Estados Unidos e na Inglaterra em 2030. Um, de autoria Carl Benedikt Frey e Michael Osborne, professores da Universidade de Oxford, consta do livro “The Future of Employment” (O futuro do emprego) prevê que 47% dos empregos serão suprimidos nos EUA e 35%, na Inglaterra. É um número, no mínimo, alarmante. O segundo foi realizado pela consultoria PwC (PricewaterhouseCoopers ); o terceiro é um trabalho com a chancela da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos).

Como lembra o texto de Dyfed Loesche que acompanha o gráfico da Statista, “no passado, a humanidade chegou a sonhar com o dia em que o trabalho seria abolido e as pessoas se dedicariam apenas ao lazer. Hoje, com o risco real de os robôs suprimirem muitos empregos, aquilo que era uma utopia promissora se transformou numa ameaça”.