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Odebrecht pagou propina para autoridade internacional no auge da Lava-Jato

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Uma offshore controlada pela Odebrecht pagou 4 milhões de euros para o diplomata antiguano Casroy James.

De acordo com a delação premiada do banqueiro Luiz Augusto França, estes pagamentos tinham o propósito de “corromper” o primeiro-ministro de Antígua, Gaston Browne, para que não atendesse aos pedidos de cooperação internacional feitos pelo MPF.

Curiosamente, um dos depósitos, no valor de 326,8 mil euros, foi feito no dia 3 de março de 2016, data em que Marcelo Odebrecht já estava preso e Hilberto Silva, chefe do departamento de propina, desligado da empreiteira.

Quem estava à frente e controle da Odebrecht, eram Newton de Souza (presidente) e Mauricio Roberto Ferro, cunhado de Marcelo. Ambos não fazem parte dos 77 delatores da empresa.