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Crescimento de emprego formal em setembro foi puxado pela indústria

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O crescimento de 34.392 postos de trabalho formal, o sexto resultado positivo em sequência, “consolida um quadro no sentido de geração positiva de emprego”, segundo avaliou na última quinta-feira (19) o coordenador-geral de Estatísticas do Trabalho, Mário Magalhães. Os resultados acumulados em 12 meses ainda estão negativos em 466.654 postos, mas ele destacou que os números já são melhores do que os vistos há um ano, quando a saldo negativo superava 1,5 milhão de vagas.

O resultado de setembro foi puxado pela indústria, com mais 25.684 postos, e pelo comércio, com 15.040 empregos novos. Esse movimento, disse Magalhães, é típico do final do ano. A indústria se aquece para dar conta das encomendas de final do ano e o comércio já contrata para as festas.

Ao analisar os dados dos serviços, que tiveram expansão de 3.743 postos em setembro, ele destacou a geração de postos em todos os segmentos do ensino e na construção civil. Eles estão concentrados na construção de linhas de transmissão e telefonia, enquanto a construção de edifícios está negativa. Segundo o coordenador, isso mostra que as famílias, embora tenham retomado o consumo de bens duráveis, ainda não partiram para a aquisição de imóveis.

As instituições de crédito registraram fechamento de 1.573 vagas no mês. Segundo Magalhães, os bancos múltiplos passam por um processo de reestruturação “intensa” já há alguns meses. Essa tendência atingiu inclusive Caixa e Banco do Brasil.

Houve também queda de 4.017 vagas em alojamento, alimentação, reparação e manutenção. “Foi uma surpresa negativa”, admitiu. As demissões atingiram principalmente os serviços de limpeza de prédios e vigilância e segurança privada.