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Cadê o trem?

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O bom desempenho na produção de grãos e fibra na região Oeste da Bahia potencializa as dificuldades enfrentadas pelos produtores em relação à logística. Cálculos do setor indicam que o escoamento das safras pelas rodovias representa um dos maiores custos da atividade, beirando os 30% – isso encarece o produto.

Na última semana, associações baianas de Produtores e Irrigantes da Bahia (Aiba) e de Algodão (Abapa) estiveram na Casa Civil do governo estadual para falar sobre as dificuldades e pedir a retomada das obras de implantação da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). Para não ficar só no pedido, a Aiba se comprometeu em ajudar  fornecendo dados sobre a região Oeste, a fim de dar continuidade aos estudos sobre a ferrovia. “Nos colocamos à disposição para o que for preciso no sentido de contribuir para que esta importante obra seja concluída o quanto antes. A ferrovia será muito importante não só para o agronegócio, mas também para o futuro econômico e social da nossa região”, pontuou o vice-presidente da Aiba, David Schmidt.

Licitação até maio

Em Bom Jesus da Lapa, onde participou da inauguração do maior parque solar da América Latina, operado pela Enel Green Powel, o governador Rui Costa disse para a jornalista Priscila Natividade, que espera a licitação da Fiol até o próximo mês de maio.  “A licitação  está a cargo do governo federal mas o estado da Bahia está tentando acelerar esta licitação, que deve acontecer até maio do ano que vem”, estima. O governo aposta na participação de um consórcio de empresas chinesas e inglesas . “Com isso a gente viabiliza também o desenvolvimento do modal ferrovia porto pra essa região”, destaca.