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Empresa quer começar construção da UTE Novo Tempo no início de 2018

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A Prumo Logística pretende iniciar a construção da termelétrica GNA I, nome dado à térmica Novo Tempo, que era do Grupo Bolognesi, ainda no começo de 2018, para garantir que a entrega da energia seja viabilizada para 2021. Mas até lá, a empresa terá de vencer alguns trâmites burocráticos, tais como obtenção dos licenciamentos, e ainda a transferência da titularidade da usina por parte da Aneel, bem como conseguir a anuência sobre a mudança física do local da usina, que deixará de ser construída no Nordeste, como estava previsto anteriormente, para o Porto do Açu, no litoral Norte do estado do Rio de Janeiro.

O investimento previsto na construção da usina termelétrica e na planta de gás natural liquefeito (GNL), previsto para o Açu, é de aproximadamente R$ 3 bilhões.

O presidente da Prumo, José Magela Bernardes, ressaltou que é importante, após a assinatura do contrato com a Siemens, empresa da qual será sócia no projeto do hub de gás natural no Açu, iniciar os trabalhos para vencer todas as etapas burocráticas, caso contrário, não será possível garantir o início da operação para daqui a quatro anos.

A térmica que era da Bolognesi está inserida no projeto que a Prumo está executando no Porto do Açu e que inclui também uma planta de GNL. De acordo com Magela, o terminal ajudará a dar uma destinação do gás associado produzido nos campos offshore e uma das destinações será a termelétrica.

 “Também queremos conectar o terminal de GNL ao Gasene. Com isso, nós temos o GNL alimentando uma usina térmica, fornecendo ao grid elétrico, e também dando uma destinação ao grid de gás”, ressaltou o presidente da Prumo.

Sobre a construção da planta de GNL, Magela disse que este projeto tem um pouco mais de flexibilidade para ser construído mas a ideia é que entre em operação em 2020, poucos meses antes do início do fornecimento das termelétrica, já que precisa cumprir algumas etapas antes de iniciar os trabalhos de regaseificação, como o comissionamento da unidade.

Magela disse ainda que está prevista a construção de outras usinas termelétricas no complexo do Açu, porque a empresa tem licenciada cerca de 6,4 GW de capacidade instalada no local. Porém, tudo vai depender das necessidades dos próximos leilões do governo.