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Chineses planejam investir pelo menos R$ 32 bilhões no Rio de Janeiro

Resultado de imagem para refinaria no Comperj chineses

Os principais ativos no Rio de Janeiro hoje têm um personagem em comum: a China. O projeto de privatização da Cedae, o processo de recuperação judicial da Oi, a venda da Light e o término da construção da usina nuclear de Angra 3 contam com chineses na mesa de negociações.

As estatais do país asiático já mostraram seu poder de fogo recentemente, com a compra de parte do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão — Antônio Carlos Jobim e a aliança estratégica com a Petrobras, que pode resultar na construção de uma refinaria no Comperj, em Itaboraí. Se concretizadas, essas transações podem resultar em pelo menos R$ 32 bilhões, entre aquisições acionárias e investimentos.

O movimento é reflexo de um processo de internacionalização das estatais chinesas mundo afora. Além disso, destacam os especialistas, os ativos do Rio estão ligados à infraestrutura, como saneamento, logística, telecomunicações e energia, os favoritos dos asiáticos por serem concessões e terem uma receita fixa, o que reduz o risco. Segundo o presidente de uma companhia brasileira, o governo chinês, ao injetar dinheiro através de um banco estatal, rentabiliza o investimento, com cláusulas que atrelam a contratação de fornecedores chineses.