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Primeiro óleo de Libra pode atrasar


Um incidente durante a instalação de um equipamento submarino na área onde será feita o Teste de Longa Duração de Libra (TLD), no pré-sal da Bacia de Santos, pode acarretar o adiamento da data do primeiro óleo do TLD, programado para este trimestre.

O incidente ocorreu na operação de pull-in do umbilical eletro-hidráulico do poço3-RJS-739,  que, devido a uma falha, acabou caindo no mar, levando consigo o guincho que fazia sua descida. O pull-in consiste no conjunto de manobras de superfície para viabilizar a transferência de um duto a ser interligado por meio de sua conexão e fixação na plataforma.

De acordo com a Petrobras, o umbilical, que faz o controle de sistemas submarinos, já foi recuperado. Já as operações para recuperação do cabo de aço estão programadas para acontecer nos próximos dias.

A estatal também informou que não houve danos a pessoas e nem ao meio ambiente, mas que ocorreram avarias no sistema de pull-in do FPSO Pioneiro de Libra, do consórcio OOG/Teekay, que fará o TLD. Segundo a companhia, as ações necessárias para recuperação do sistema já foram iniciadas.

Fabricados pela MfX, os umbilicais do TLD de Libra são instalados com o apoio do PLSV Sapura Rubi, da Sapura Navegação. De acordo com a Petrobras, a embarcação não sofreu nenhum dano e, portanto, seguirá trabalhando no projeto.

“A definição da nova data para o primeiro óleo de Libra ainda depende do retorno à operação do sistema de pull-in do FPSO Pioneiro de Libra, da reprogramação das atividades de interligação dos poços e da Licença de Operação do Ibama”, informou a companhia à Brasil Energia Petróleo.

A petroleira esclareceu que os poços 3-RJS-739ª (produtor) e 3-RJS-742 (injetor), que fazem parte do TLD, já estão completados aguardando apenas a interligação ao navio-plataforma para iniciar a produção.