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Santos realizará simulado de derramamento de óleo no canal

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O Porto de Santos teve, na manhã desta última quinta-feira (22), um simulado de atendimento a derramamento de óleo no estuário. O exercício, que contou com a participação de 47 empresas, será realizado na Embraport, terminal especializado na movimentação de contêineres e que fica na Margem Esquerda do complexo, na Área Continental de Santos.

A simulação do acidente faz parte do treinamento do Plano de Área do Porto de Santos e Região (Paps). Trata-se de um planejamento voltado apenas para casos em que há derramamento de óleo e risco ao meio ambiente.

Resultado de imagem para Santos realizará simulado de derramamento de óleo no canalA Área Continental de Santos foi escolhida por sugestão dos órgãos ambientais, por ser uma região com manguezais no entorno. O objetivo é que o exercício seja o mais próximo do cenário real. Por isso, as atividades vão acontecer com o terminal em operação.

De acordo com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a Autoridade Portuária, o exercício simulou um abalroamento. Uma embarcação esteve navegando pelo canal, quando seus motores deixaram de funcionar. Em seguida, por conta da falta de governo da embarcação, outro cargueiro foi atingido.

A colisão com o navio atracado causou o suposto vazamento de 200 metros cúbicos de óleo no estuário. A partir daí, foi simulado o atendimento da ocorrência.

O navio envolvido no derramamento foi cercado com barreiras de contenção e material absorvente. Os mesmos equipamentos serão utilizados na proteção de áreas sensíveis do estuário, como a linha férrea que passa sobre o acesso ao canal de Bertioga, a margem junto à Base Aérea e a foz do Rio Diana.

De acordo com o cronograma do simulado, o primeiro combate foi feito pelo Plano de Emergência Individual (PEI) da própria Embraport. Depois, haverá o acionamento das empresas que fazem parte do Paps.

As empresas foram convocadas a enviar seus recursos destinados ao combate do derramamento de óleo no mar. Assim, foi possível testar a comunicação de emergência, a mobilização de material e seus formulários de controle de recebimento e utilização, bem como o tempo de resposta. Os recursos poderão chegar até o local do sinistro por terra ou por mar.

Órgãos envolvidos

Além da estatal que administra o cais santista, o exercício teve a participação de técnicos da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), da Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP), Defesa Civil de Santos e do terminal portuário.