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Novas sondas para Libra

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Quase três anos depois de fazer de fazer a primeira contratação dedicada, o consórcio de Libra irá lançar em setembro edital para o afretamento de uma ou mais sondas de perfuração para o projeto, com foco nas campanhas de perfuração dos poços de desenvolvimento das fases 1 (piloto) e 2, programadas para entrar em operação em 2020 e 2021. Embora o edital não especifique o numero de unidades, a licitação deve contratar pelo menos duas sondas, já que pretende garantir a substituição das sondas West Carina e West Tellus, da Seadrill, que terão seus contratos vencendo em junho de 2018 e junho de 2019, respectivamente.

Os contratos de afretamento serão fechados pelo prazo de três anos, com possibilidade de extensão por mais dois anos. O consórcio de Libra exigirá que a primeira sonda inicie operação no início do segundo semestre de 2018, ficando a segunda para o segundo semestre de 2019.

As campanhas de perfuração dos poços de desenvolvimento serão executadas na área Noroeste de Libra. As previsões atuais do consórcio são de que cada fase de produção tenha um total de 17 poços, sendo oito produtores e  nove injetores. A depender dos preços apresentados, o consórcio não descarta a possibilidade de afretar uma terceira sonda, que ficaria dedicada às campanhas de avaliação no projeto.

Como a expectativa de produção por poço é alta, a exemplo do que já ocorreu em Lula, o consorcio aposta que cada fase atingirá seu pico de produção com apenas 12 poços. Dessa forma, as projeções são de que os cinco poços restantes só sejam colocados em operação posteriormente.

No momento, as sondas da Seadrill perfuram dois poços na área Noroeste de Libra, o NW-8, que está sendo finalizado pelo West Tellus, e o NW-13 iniciado há pouco tempo, pelo West Carina. Em julho, a West Tellus iniciará a perfuração de um outro poço na área Noroeste, o NW-11.

O consórcio de Libra trabalha para ter pelo menos três poços perfurados em cada um dos quatro sistemas definitivos de produção já aprovados para ampliar o conhecimento antecipado de cada fase. O reservatório conta com um total de oito poços na área Noroeste, sendo seis já concluídos e dois em andamento.

Até o fim do ano,  a West Tellus e a West Carina irão perfurar outros dois poços na área Noroeste, que auxiliarão na definição dos quatro primeiros sistemas definitivos de produção de Libra. A partir de julho, o consórcio planeja colocar em operação o primeiro TLD de Libra, com a entrada em operação do FPSO Piloto de Libra, afretado do grupo Odebrecht Óleo & Gás/ Teekay.



Por Claudia Siqueira