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Seadrill alerta para possível cancelamento da bandeira brasileira de PLSV

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A Seadrill enxerga a possibilidade de cancelamento da bandeira brasileira temporária do PLSV Sapura Esmeralda, que vencerá em 5 de agosto. A companhia solicitou a extensão do registro temporário do PLSV ou a emissão de uma bandeira definitiva, no entanto, a companhia alerta para a possibilidade de negação do registro definitivo ou cancelamento da bandeira temporária.

“Se isso acontecesse, provavelmente afetaria as operações do Sapura Esmeralda, o que poderá afetar os acordos comerciais e financiamentos relacionados”, afirmou a empresa na divulgação dos resultados do primeiro trimestre.

Atualmente, o Sapura Esmeralda presta serviços de instalação e recolhimento de dutos flexíveis para a Petrobras, com contrato até o início de abril de 2021. A embarcação é fruto de uma joint venture entre a Seadrill e a Sapura.

Além de uma série de seis PLSVs em parceria com a Sapura, a Seadrill atualmente tem três sondas em atuação no Brasil (West Tellus, West Carina e Sevan Brasil), todas em afretadas pela Petrobras.

Ao final de março, a companhia tinha 34 sondas em atuação globalmente e outras 20 unidades fora de operação. De acordo com Perr Wulf, CEO da Seadrill, o cenário no setor já apresenta sinais de melhora.

“As atividades de licitação continuam a aumentar, principalmente no Mar do Norte, Sudeste Asiático e no Oriente Médio”, afirmou Wullf.

A Seadrill registrou lucro de US$ 57 milhões no primeiro trimestre de 2017, queda de 62% em relação aos ganhos de US$ 149 milhões do mesmo período no ano passado. As receitas do trimestre somaram US$ 569 milhões, diminuição de 36% em relação ao faturamento de US$ 891 milhões dos três primeiros meses de 2016.

Novo CEO

A Seadrill apontou Anton Dibowitz, atual COO, para assumir o cargo de CEO da companhia a partir de julho. O executivo substituirá Perr Wulf, que passará a atuar apenas como diretor.


Por  Gabriela Medeiros