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Obras de R$ 120 bilhões teriam sido feitas para manter esquema de propinas

Para Emílio e Marcelo Odebrecht, a empreiteira se envolveu em quatro empreendimentos que não teriam ido para a frente se não houvesse tráfico de influência ou se o objetivo não fosse o de alimentar o esquema de corrupção do governo petista. Juntos, esses investimentos - Sete Brasil, Belo Monte, Arena Itaquera e Porto de Mariel, em Cuba - somam quase R$ 120 bilhões.

Esses dois últimos já estão em funcionamento. Belo Monte deve ser inaugurada em 2016, com quatro anos de atraso. Já o futuro da Sete Brasil é incerto.

A empresa foi criada em 2010 para gerenciar a construção de 28 sondas para o pré-sal e entregá-las à Petrobras, mas enfrenta dificuldades financeiras.

Fontes do setor avaliam que há fortes indícios de que a Sete Brasil tenha sido criada para irrigar o sistema de propinas da Petrobras.